Enquanto os usuários vão adotando novos serviços de cloud computing sem passar pela TI, muitas empresas acabam com uma nuvem híbrida, mas sem nenhuma estratégia, lutando para “juntar os pedaços” e garantir que a nuvem seja gerenciada, integrada e protegida de maneira apropriada e evitar o caos na nuvem.

Isso acontece não apenas porque a nuvem é mais rápida e fácil de ser implantada do que os tradicionais sistemas de TI, mas por causa da shadow IT – quando departamentos adotam novos serviços na nuvem sem a aprovação formal da TI.

Algumas empresas, por exemplo, usam centenas de diferentes softwares e aplicações sem nem se dar conta. Outras ficam surpresas ao saber quantos diferentes fornecedores de nuvem pública usam: Google Drive para armazenamento, Amazon Web Services para processamento, Rackspace para gerenciamento da nuvem, Salesforce para CRM, Dropbox para compartilhamento de arquivos, entre outros.

No entanto, assim como é feito para qualquer projeto de TI, qualquer nova aquisição, uso e gerenciamento de serviços na nuvem deve ter um planejamento detalhado. Isso é essencial principalmente para ambientes críticos, com múltiplos fornecedores ou plataformas. A segurança deve ser o núcleo do planejamento de uma nuvem híbrida.

Ferramentas de governança e gerenciamento ajudam

Além do planejamento, que é essencial para ambientes na nuvem, o conjunto de ferramentas certas pode fazer a diferença na implantação da tecnologia. Para isso, as empresas devem considerar ferramentas de serviço na nuvem de terceiros e APIs de governança.

Uma plataforma de gerenciamento de nuvem deve oferecer uma suíte de ferramentas integrada que permita às empresas automatizar funções em ambientes públicos e privados. Outras capacidades incluem a otimização de carga de trabalho por meio de políticas, fluxos de trabalho e controles de acesso com base em cargo.

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