O analytics está ficando cada vez mais acessível e fácil de usar e, aos poucos, está deixando de ser considerado algo restrito a grandes organizações e empresas de tecnologia.

Antes os dados vinham majoritariamente de sistemas operacionais. Hoje, os dados vêm de todo lugar: telefonemas, navegadores, mídias sociais, máquinas, colegas e outras fontes. Ao combinar esses dados é possível criar uma imagem holística do negócio, bem como da vida e das motivações que estão direcionando processos e comportamentos.

Na indústria de óleo e gás, por exemplo, o analytics pode desempenhar um papel importante para impulsionar o negócio. Geralmente as empresas gastam bilhões de dólares para encontrar uma reserva, por exemplo.

As indústrias farmacêuticas e de biotecnologia também podem se beneficiar. Afinal, ao lançar uma nova droga, é preciso haver uma análise intensa. Caso contrário, a repercussão pode ser extremamente negativa.

A chave é obter grandes quantidades de dados de imagem em tempo real. O mesmo tipo de pensamento pode ser aplicado a qualquer negócio essencialmente. Seja no lançamento de um novo produto ou na busca de um novo segmento de mercado, é essencial observar os dados. Infelizmente, no entanto, isso ainda acontece com pouca frequência.

A boa notícia é que existe uma quantidade cada vez maior de ferramentas para quem quer tirar proveito de dados de diferentes fontes e organizá-las de maneira que gerem boa visualização para extrair os insights necessários.

Ao contratar um profissional de analytics qualificado, as empresas podem impulsionar o negócio por meio de uma melhor tomada de decisão. Bastam algumas visualizações para obter insights valiosos que se tornam grandes vantagens competitivas.

Os dados podem ser extremamente úteis apenas por oferecer um melhor entendimento do negócio. Depois de adotar uma estratégia de business analytics, as empresas podem descobrir novos segmentos de consumidores e elevar o nível de personalização do atendimento de maneira efetiva, gerando lealdade e uma corrente de marketing boca a boca.

Com Forbes