Smart Grid: conheça a rede elétrica inteligente

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Smart Grid: a rede elétrica inteligente

No início do século XX, a energia elétrica revolucionou a indústria ao ser empregada aos processos de produção existentes. Isso possibilitou a exploração de novos mercados, acelerando o ritmo industrial. Esse é o modelo de energia que utilizamos até hoje, ou seja, usamos o mesmo há mais de 100 anos, e funciona em um tipo de rede que possui diversas limitações técnicas, por utilizar uma tecnologia ultrapassada, além de não atender às necessidades do século XXI. E por isso, precisamos começar a considerar novos sistemas, inclusive incluindo fontes de energia limpa e conceitos como de Smart Grid, por exemplo.

Boa parte dos medidores ainda é analógico. As pessoas recebem em casa estimativas de conta, a aferição real é feita por um ser humano e a conta é reajustada retroativamente.

Essa interação limitada de apenas uma via (fornecedor-consumidor), ou seja, um modelo centralizado, onde um centro capta e armazena a energia e distribui para as demais partes do sistema, dificulta e encarece a distribuição energética.

Nesse sistema muita energia é perdida no processo de distribuição e há pouca automação nos processos operacionais, já que esse modelo foi pensado quando as necessidades de energia eram pequenas e mais simples. E não é difícil perceber que algo precisa mudar.

O aumento contínuo da nossa demanda por energia elétrica exige um modelo melhor estruturado que seja capaz de atender com eficiência nossas necessidades atuais, e até possibilitar a implantação das Smart Cities. O atual sistema utilizado dificulta a resposta às mudanças necessárias, atrasando todo um processo.

E o que é Smart Grid?

Hoje, com o movimento da Internet das Coisas, quando cada vez mais coisas estão conectadas na rede, a demanda de energia aumentou muito, e a tendência é que cresça cada ver mais. Previsões, como a da Cisco, por exemplo, criam um cenário onde existirão mais de 50 bilhões de dispositivos conectados.

Além disso, de acordo com a IBM, 14,7% do total da energia produzida no Brasil é dissipada no processo de distribuição.

Sendo assim, fica clara a real necessidade de implantar um modelo distribuído, além da inclusão de fontes de energia limpa, como energia solar e eólica.

E é aqui que entra o conceito de Smart Grid, ou rede elétrica inteligente, que tem como base uma nova arquitetura de distribuição de energia elétrica, mais segura e inteligente, que promove a integração e possibilita ações aos usuários a ela conectados.

A proposta de rede elétrica inteligente, não é só criar uma rede de energia que funcione de maneira eficiente, mas que também contribua para o movimento de uso de energia limpa, atendendo às expectativas quando o assunto é sustentabilidade.

Levando em consideração, que estamos vivendo um momento de maior conscientização e preocupação em relação as questões de sustentabilidade e melhor uso dos recursos naturais, hoje, é de extrema importância utilizar esses recursos de maneira mais eficiente, consciente e inteligente. E além disso, é uma ação inteligente, já que a partir disso teremos um aproveitamento maior garantido pela redução do desperdício.

E por isso, a Smart Grid é vista como uma aliada dessa movimentação. Ela possibilita uma transmissão eficiente da geração, distribuição e consumo de energia elétrica. Evitando desperdícios, fazendo um uso mais consciente e fornecendo informações em tempo real. Ou seja, a lógica da Smart Grid é a inteligência!

Rede elétrica inteligente: como funciona?

Seguindo o conceito de Smart Grid, as novas redes serão automatizadas com medidores de qualidade, proporcionando um consumo de energia mais eficiente, e permitindo o envio e recebimento de informações em tempo real.

A Smart Grid introduz um diálogo de duas vias, onde eletricidade e informação podem ser trocadas entre fornecedores e os consumidores.

Ou seja, a partir da digitalização de processos, equipamentos e protocolos, os sensores inteligentes serão capazes de medir a qualidade da energia, além de acompanhar o consumo de energia, revolucionando a infraestrutura elétrica.

E é importante destacar que, esses processos não envolvem somente o meio de distribuição, mas a cadeia como um todo, desde a fase de produção até a estocagem.

Para que isso seja possível, precisamos adotar um modelo distribuído, onde cada parte do sistema seja capaz de captar e armazenar energia de maneira independente. Em outras palavras o consumidor poderá produzir energia.

Os principais desafios da Smart Grid?

As principais questões desafiadoras para tornar a Smart Grid parte da nossa realidade, são a produção e a estocagem da energia de forma sustentável e eficiente.

Sendo assim, parte do problema é resolvido quando acrescentamos as fontes de energia renovável ao sistema.

Você sabia que uma hora de energia captada do sol seria capaz de abastecer a humanidade por um ano? A introdução da energia solar parece uma boa alternativa né?

Mas nesse momento, somos impactados por um outro grande desafio que é justamente escolher uma forma de armazenamento que seja suficiente para estocar a grande quantidade de energia que será produzida.

Com isso em mente, algumas empresas estão investindo em soluções para estocagem energética com base no atual cenário.

No Brasil, por exemplo, já tem uma proposta relacionada a esse tema sendo elaborada. O Plano Brasileiro de Redes Inteligentes tem como objetivo realizar a migração tecnológica do setor elétrico brasileiro do cenário atual para a adoção plena do conceito de Redes Inteligentes em todo o país. ,

Para mais informações, acesse: http://redesinteligentesbrasil.org.br/o-projeto.html

Como solucionar questões relacionadas a Smart Grid?

O que muitos ainda não sabem, é que já existem algumas soluções no mercado, para ambos os problemas que foram apontados acima.

Como exemplo, empresas como a Solar City nos EUA e a Solar Grid aqui no Brasil fornecem painéis solares para as residências como uma forma alternativa de captação de energia para consumo próprio. Atuando, portanto, como uma solução para a questão de produção de energia.

A Solar Grid possui um sistema que, caso você não consuma toda a energia solar que foi produzida, o seu excedente é injetado na rede e você é remunerado com créditos na sua próxima fatura.

E a fim de solucionar o desafio da estocagem, a Tesla lançou um produto chamado Powerwall, que nada mais é que uma bateria com grande capacidade de armazenamento, que você pode instalar na sua casa.

O Powerwall é carregado com a eletricidade gerada por painéis solares ou a partir da rede elétrica. Ele também protege sua casa contra quedas na rede, proporcionando um backup de energia elétrica.

Levando esse cenário em consideração, percebemos que de fato é impossível ter um futuro energético gerenciável sem a aplicação da Smart Grid.

Entretanto, antes de tornarmos isso uma verdade irrefutável, precisamos discutir alguns tópicos relevantes para a adoção da rede elétrica inteligente, e o mais importante deles é a segurança!

Um ponto de atenção: segurança

Um dos pontos centrais, quando falamos de Smart Grid, é a segurança. Como garantir a segurança das redes com todos os sistemas digitalizados?

Quando digitalizamos a estrutura e tornamos tudo eletrônico, estamos expostos aos mesmos riscos digitais que qualquer dispositivo, como o computador por exemplo.

Ou até mais, por que esses sistemas têm grande chance de se tornar alvo de mais ataques direcionados. Por exemplo, ataques terroristas e ataques patrocinados por outros governos.

A Smart Grid é um alvo automático desses dois atacantes. Os ataques mais sofisticados que temos notícia são aqueles que, supostamente, foram patrocinados por outros governos.

Um exemplo disso foi o ataque do malware Stuxnet nas usinas nucleares do Irã. Os principais alvos do vírus são sistemas de controle de automação e monitoramento industrial, conhecidos pela sigla SCADA.

Os riscos são enormes, inclusive com ataques pouco sofisticados. A sobrecarrega em determinada parte de uma rede, já seria suficiente para causar uma explosão catastrófica, caso envolvesse energia nuclear, por exemplo.

Além disso, existem outros problemas que envolvem questões de segurança, como a privacidade dos usuários. E é sobre isso que falaremos a seguir.

Privacidade posta à prova

Uma das tecnologias da Smart Grid é a chamada Smart Meter, que consiste em medidores inteligentes que mostram a quantidade de gás e eletricidade que você está usando, bem como o quanto está sendo gasto, e exibe isso em um display, em tempo real.

Eles também enviam leituras automáticas do medidor para o seu fornecedor de energia, pelo menos uma vez por mês, para que você receba cotações precisas, e não estimadas.

Os avanços na tecnologia de Smart Grid podem aumentar significativamente a quantidade de informações potencialmente disponíveis sobre consumo de energia pessoal ou empresarial.

Essas informações podem revelar detalhes pessoais sobre as vidas dos consumidores, como suas rotinas diárias (inclusive quando eles estão fora de casa), se suas casas são equipadas com sistemas de alarme, ou os equipamentos eletrônicos caros, e se usam algum tipo de equipamento médico.

Os consumidores esperam, e com razão, que a privacidade dessas informações sejam mantidas. As informações comerciais de empresas também podem ser reveladas através do vazamento de dados de consumo de energia, resultando em prejuízos por ser um aspecto que duela diretamente com a competitividade entre empresas.

Ou seja, em outras palavras, a segurança é um fator determinante para a adoção desse novo modelo, porque é preciso levar em consideração os riscos e impactos que esse sistema pode trazer à nível de consumidor.

CONCLUSÃO

Levando em consideração o cenário que estamos vivendo e as novas demandas relacionadas ao setor energético, torna-se evidente que mudanças são essenciais para o nosso crescimento.

Além disso, os investimentos em soluções de estocagem e produção de energia, estão acelerando essa revolução energética que a gente chama de Smart Grid.

Como vimos no texto, isso não está tão distante da nossa realidade. E irá forçar uma reestruturação da infraestrutura energética, modificando e melhorando a distribuição centralizada que temos hoje.

Contudo, as questões de segurança e privacidade ainda são pontos sensíveis desse movimento, e por isso, é uma área que precisa ser monitorada de perto e com bastante atenção.
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Que tal olhar nosso blog 😉

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Melhore a gestão da performance do negócio com business analytics

Gerenciar os dados provenientes das diversas áreas de negócios e correlacioná-los de forma a que se tornem relevantes é uma tarefa que pode se tornar complicada e, principalmente, consumir muito tempo.

Estudo realizado pela Ventana Research indica que 68% das pessoas envolvidas na análise de dados passam mais tempo coletando, organizando e preparando esses dados, junto com outras tarefas não relacionadas à análise propriamente dita.

Apenas 28% indicaram que a maior parte do tempo era usada na análise dos dados.

Por isso é importante contar com ferramentas de business analytics que permitam transformar esses dados em diferenciais competitivos.

Tudo é uma questão de agilidade para analisar os dados.

Com ferramentas e parceiros corretos, as organizações podem automatizar uma série de tarefas que teriam de ser realizadas manualmente, acelerando a tomada de decisões e compartilhando informações relevantes e atuais.

Dashboards

Dashboards amigáveis oferecem uma melhor visualização dos dados, com ferramentas que facilitam a sua análise e geração de relatórios, tornando o processo ainda mais eficiente.

Os insights obtidos a partir de business analytics contribuem para uma melhor gestão da performance do negócio, oferecendo informações para as áreas de planejamento, orçamento, contabilidade e novos negócios.

Também permite criar métricas para monitorar diversas operações, alertando sobre desvios em tempo real, de forma automática, agilizando o tempo de resposta.

Além disso, as empresas podem identificar rapidamente tendências e correlações para responder com rapidez ao novo cenário, garantindo que o orçamento e planejamento estejam alinhados aos objetivos globais.

Splunk

Com as soluções da Splunk, parceira da PROOF, arquitetos de dados podem expandir o escopo de dados que utilizam em suas análises, desenvolvedores podem usar os SDKs e APIs para acessar os dados e disponibilizá-los para seus clientes internos e os analistas de negócios contam com uma interface intuitiva para criar strings de busca, dashboards e realizar análises mais profundas.

Saiba como a análise de dados pode transformar a sua empresa, a tornando mais competitiva e inovadora, lendo o nosso whitepaper “Como Big Data e Business Analytics podem mudar o rumo do seu negócio”.

Qual é a diferença entre business intelligence e business analytics?

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Qual é a diferença entre Business Intelligence e Business Analytics?

Você sabe qual é a diferença entre business intelligence e business analytics?

São dois termos utilizados com frequência no mercado e que compartilham o mesmo objetivo – ajudar as empresas a tomar melhores decisões através de dados mensuráveis – mas diferem no método.

O business analytics conta com mais recursos de estatísticas preditivas do que o business intelligence, tornando-a uma ferramenta mais ampla e que vai de encontro às demandas das indústrias e das avaliações corporativas.

Eles são ambos componentes de uma tendência maior direcionada ao uso do big data e podem ser utilizados para complementar um ao outro nos contextos certos.

Dito isso, há pouco uso prático na elaboração de distinções claras entre business intelligence e business analytics. Não só os dois termos são usados alternadamente por grande parte da indústria, mas também, como foi mencionado anteriormente, eles compartilham os mesmos objetivos.

Do Business Intelligence ao Business Analytics

O Business Intelligence, ou BI, é uma técnica para auxiliar o gestor no planejamento estratégico. Ele é uma forma de coleta e análise de um conjunto amplo de dados de uma empresa para entender a sua performance e, a partir daí, planejar o futuro de forma mais eficiente.

Permite identificar os acertos e aquilo que não deu muito certo para corroborar as próximas decisões. Os dados no Business Intelligence são disponibilizados em métricas estabelecidas e planilhas relativamente complexas. É aqui que o Business Analytics, ou BA, ganha espaço.

Como uma evolução do Business Intelligence, o Business Analytics chega para facilitar esse processo para ajudar a decodificar informações e auxiliar na análise de dados de forma ainda mais eficiente para a tomada de decisões operacionais precisas.

Ambos pregam o uso da informação para melhorar o desempenho, mas o Business Analytics considera que hoje a quantidade de informações produzida é cada vez maior e mais complexa, trazendo à tona a necessidade de se desenvolver uma metodologia coerente com a realidade atual.

O BA, com seu enfoque mais contemporâneo, não está ganhando tanto espaço à toa. A análise de dados aqui é mais eficiente, vai mais fundo e permite uma compreensão dos dados que vai além dos fatos concretos.

Além de mostrar o que aconteceu, como aconteceu e quando aconteceu, o Business Analytics ajuda a responder questões relativas às razoes pelas quais determinados acontecimentos ocorreram.

Assim como o BI, o BA faz uso de tecnologia e da estatística para a tradução das informações, mas permite uma investigação mais aprofundada e contínua do negócio.

 Tomada de decisões

Toda empresa que já está bem estabelecida no mercado sabe que é cada vez mais importante tomar decisões com base em dados concretos, não somente na intuição do gestor, para ganhar diferenciação e destaque com maior facilidade.

Há décadas se fala em técnicas que permitem essa análise, como o Business Intelligence, mas, mais recentemente, um termo que vem ganhando cada vez mais espaço é o Business Analytics.

Ambos consistem em formas de analisar dados da empresa para respaldar decisões estratégicas em negócios. A diferença entre eles é tênue, mas ajuda a compreender a evolução das metodologias de análise de dados e como isso pode se refletir no futuro das empresas.

Dados Estratégicos

O pressuposto fundamental do business intelligence e do business analytics é sua aplicação nos dados provenientes do mercado, quer sejam sobre os consumidores ou sobre recursos, podem ser substancialmente organizados e interpretados.

Esse conceito não é diferente de alguns dos pressupostos procedentes da análise técnica da bolsa de valores ou de métricas financeiras.

O uso de dados estratégicos tornou-se uma parte importante da governança corporativa. Toda uma sub-indústria foi criada para ensinar, treinar e realizar coleta de business intelligence e analytics para outras organizações.

A consultoria de negócios não é algo que foi criado ontem; a primeira empresa de consultoria reconhecida nos Estados Unidos foi estabelecida em 1890.

Muitas fontes apontam para a introdução de computadores comerciais na década de 1950 como o início do business intelligence moderno. Até 2008/2010, todo o escopo dos dados estratégicos corporativos existia sob um guarda-chuva amplo denominado apenas por “BI”.

A terminologia mudou subitamente após esse período de tempo, quando um ramo mais centralizado em TI de business intelligence começou a ser cunhado de analytics.

Essa nova palavra de marketing mostrou números extremamente mais favoráveis entre líderes de empresas e no aumento do volume das buscas realizadas no Google.

O Business Intelligence e o Business Analytics são complementares

Mais importante do que entender as diferenças entre os dois, é perceber como as decisões de uma empresa podem ser afetadas positivamente por decisões baseadas em um estudo inteligente do seu próprio histórico.

Estão disponíveis na rede e na literatura uma infinidade de informações para se aprofundar sobre os temas e entender melhor o funcionamento dessas técnicas tão importantes à geração de insights para a sua empresa em uma época em que se faz cada vez mais necessário dar respostas rápidas ao mercado e se adaptar continuamente ao ambiente externo.

Ainda tem dúvidas sobre essas técnicas? Confira alguns dos nossos artigos sobre Business Intelligence e Business Analytics para que você comece sua busca por uma maior inteligência e melhor análise do seu negócio!
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Gostou do conteúdo? Que tal dar uma olhada no nosso blog? 😉

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PROOF está se posicionando no mercado como uma empresa referência em segurança e produção de conteúdo relevante. Nosso objetivo é disseminar e compartilhar conhecimento para contribuir ao máximo no amadurecimento do mercado de segurança no Brasil. Isso porque, nós da PROOF, como uma empresa atenta às inovações do mercado de cibersegurança, estamos sempre nos atualizando das principais tendências tecnológicas do mundo, além dos novos vetores de ataque por parte da indústria do cibercrime.

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