Aumenta o custo das violações de dados no Brasil e no mundo

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O prejuízo das empresas com incidentes de segurança da informação não para de crescer. Uma pesquisa do Instituto Ponemon sobre o impacto financeiro por meio das violações de dados realizada com 383 organizações de 12 países, inclusive o Brasil, aponta que, globalmente, esse valor chegou a US$ 4 milhões em 2015, um aumento de 29% desde 2013.

Os incidentes de segurança continuam a crescer no mundo inteiro em volume e sofisticação e, em 2015, foram reportados 64% mais incidentes do que em 2014.
O estudo também aponta que o custo médio de cada registro de dados sensíveis ou confidenciais que tenha sido perdido ou roubado passou de US$ 154M para US$ 158M.

No caso de prontuários médicos esse valor chega a R$ 355M.

O cenário de ameaças no Brasil

O Brasil, segundo a pesquisa, é um dos países mais vulneráveis e o prejuízo total das empresas passou de R$ 3,96 milhões em 2014 para R$ 4,31 milhões em 2015, enquanto o número de dados roubados em 2015 cresceu de 3.900 para 85.400.

O custo por roubo ou perda de registros passou de R$ 175M para R$ 225M no mesmo período.

Também houve crescimento nos custos pós-violação, como despesas legais com serviços de proteção (de R$ 1,23 milhões para R$ 1,32 milhões).

A pesquisa foi realizada com 33 empresas.

Já os dados divulgados na Estatística dos Incidentes Reportados ao CERT.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança do Brasil), apontam que de 2014 para 2015 houve uma queda no volume de violações de dados.

Em 2014, foram registrados 1.047.031 incidentes e, em 2015, 722.205 incidentes. Estas notificações são voluntárias e refletem os incidentes ocorridos em redes que espontaneamente os notificaram ao CERT.br.

Mas por que essa variação tão expressiva entre 2014 e 2015?

Segundo Leonardo Moreira, diretor de engenharia da PROOF, “o número de incidentes divulgado pelo CERT.br na verdade mostra que o ano de 2014 foi um ‘ponto fora da curva’, provavelmente por causa da Copa.

Além disso, no Brasil as empresas não são obrigadas a divulgar um incidente, ou seja, o número pode ser muito maior.

O ano de 2016 provavelmente terá um grande aumento no número de incidentes e as principais causas serão o ransomware e as olimpíadas”.

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