O contexto por trás da Transformação Digital e da 4ª Revolução Industrial, por que isso importa?

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O contexto por trás da Transformação Digital e da 4ª Revolução Industrial, por que isso importa?

Transformação digital: você certamente já escutou ou leu algo a respeito desse termo.

Afinal, com a tecnologia, mudanças irreversíveis aconteceram no contexto em que vivemos. Ou será que você consegue se imaginar sem um smartphone, por exemplo?

Pois é, a tecnologia molda nosso comportamento no longo prazo. Uma espécie de extensão do nosso ser. É fator determinante para que mudanças significativas ocorram em diversos setores da sociedade, como questões econômicas e sociais, por exemplo.

Por isso a atenção especial em cima do conceito de transformação digital: um processo que, pelo uso da tecnologia, consegue fazer com que organizações desempenhem melhor, produzindo mais e usando menos recursos. Uma mudança estrutural na forma de se fazer negócio.

Ao longo da história, vivenciamos algumas revoluções tecnológicas que impactaram diretamente na maneira como o mundo funciona.

Tanto que se isolarmos algum segmento, como o setor industrial, por exemplo; perceberemos que os impactos nesse mercado são reais e gritantes!

Sendo assim, ao analisarmos alguns aspectos históricos, conseguimos entender melhor como algumas mudanças foram modificando o mundo. Por isso, vamos dar alguns passos atrás para provar nosso ponto.

Lembrando daquela aula de história

Cada uma das revoluções industriais teve impactos diretos na maneira como vivemos, melhorando a comunicação entre as pessoas, facilitando o acesso à informação, garantindo maior segurança e conferindo melhorias na qualidade de vida.

Mas é importante ressaltar que estes movimentos também revolucionaram as empresas e seus mercados. Modelos de negócios precisaram se adaptar, foram orientados a buscarem o ponto ótimo, a eficiência em seus rendimentos, porque precisavam ser extremamente competitivos.

E essa postura agressiva dos mercados de hoje são fruto de uma longa trajetória. Com seu contexto por trás, os acontecimentos passados nos dão muitas respostas a respeito do futuro.

Bora viajar? O World Economic Forum vai ser nosso guia.

 

1ª Revolução Industrial: final do século XVIII

O final do século XVIII, ficou marcado como um episódio importante na história, devido à substituição de pessoas e animais pela força mecânica, por conta da introdução de energia a vapor na dinâmica de trabalho.

Neste momento, o mercado têxtil era o mais representativo e os métodos de fabricação de mercadorias manufaturadas por máquinas sucederam a produção artesanal, agilizando os processos.

E foi por causa da principal fonte de energia desse período, o carvão, que foi possível o funcionamento do sistema de transporte composto por ferrovias e navegação marítima, uma legítima revolução.

Essas mudanças contribuíram para o desenvolvimento de tecnologias voltadas para a produção de bens de consumo, impulsionando a produtividade e reduzindo tempo e custos desse processo.

2ª Revolução Industrial: início do século XX

Já nesse período, o marcante foi o aperfeiçoamento de certas tecnologias da primeira revolução, mas empregadas com uso da energia elétrica e petrolífera. Assim, foi possível a exploração de novos mercados, acelerando o ritmo industrial ao adotar um modelo de linha de montagem.

Os produtos passaram a ser produzidos mais rapidamente à medida que novas tecnologias foram sendo aplicadas aos processos de produção. O que contribuiu para o barateamento do produto final e consequentemente, estimulou o consumo.

Além disso, a invenção do telégrafo e do telefone foram contribuições importantes. Viabilizaram o desenvolvimento dos meios de comunicação em massa, facilitando a transmissão de informações.

Isso foi fundamental para o progresso da indústria.

3ª Revolução Industrial: década de setenta

Após a Segunda Guerra Mundial, o mundo passou por grandes evoluções no campo tecnológico. O que foi resultado do uso do conhecimento científico na produção industrial.

A Terceira Revolução Industrial, é também conhecida como Revolução Tecnológica, devido a transição do uso da tecnologia mecânica pela digital nas atividades industriais.

Aqui se dá o início da Era da Informação com a expansão da computação e a criação da Internet. Ou seja, nesse momento, o acesso às informações e a comunicação entre as pessoas, por exemplo, são facilitados.

Essas mudanças transformaram o mundo dos negócios, permitindo maior produtividade a partir da automatização da produção e impulsionando a troca de informações à nível global e modificando o conceito de distância.

4ª Revolução Industrial: hoje

 A quarta revolução industrial será marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas. ”

A aplicação de tecnologias como a Internet das Coisas que conecta dispositivos físicos à Internet através de sensores inteligentes, permite o monitoramento e a análise avançada de máquinas que são capazes de enviar dados em tempo real.

O que possibilita reunir e interpretar dados, a fim de utilizar essas informações para uma gestão mais eficiente.

Por isso, essa fase é conhecida como revolução do conhecimento e da comunicação.

A tecnologia da informação agrega velocidade, reduz custos e diminui o desperdício. A otimização dos recursos é uma fome insaciável dessa geração.

Quando dispositivos conseguem escutar, sentir e reagir, pessoas conseguem trabalhar de um jeito mais eficiente. Máquinas inteligentes detectam problemas que um operador humano poderia deixar passar, o que permite que uma equipe previna problemas antes mesmo deles acontecerem.

Nova Indústria global: a combinação de mentes e máquinas 

Chegando em nosso presente, precisamos pontuar alguns aspectos fundamentais desta era.

O aumento da velocidade da Internet, a redução do preço dos sensores que são usados na coleta de dados, além do avanço de ferramentas de Big Data são alguns exemplos relevantes, por exemplo.

Esses pontos, cada um contribuindo de alguma maneira, ajudaram a prever problemas com antecedência, evitando paradas na linha de montagem e garantindo com que os equipamentos funcionem no topo de sua eficiência.

O casamento entre mentes e máquinas está trazendo a quarta onda da Revolução Industrial, com o potencial de transformar, mais uma vez, a indústria global.

Hoje, os sensores de um carro em movimento são capazes de detectar problemas em alguma peça e enviar as informações mais relevantes para a plataforma da empresa. Ao chegar na oficina em que o reparo será feito, os mecânicos já foram avisados do problema e estão prontos para entrarem em ação. Uma peça substituta já se encontra disponível, garantindo agilidade nos processos e encurtando o tempo necessário para a manutenção.

Se quiser ter uma visão mais abrangente e voltada para questões mercadológicas, confira esse vídeo produzido pela IBM que simula uma situação semelhante.

A partir dos exemplos descritos acima, percebemos que a coleta de dados em tempo real é um dos grandes diferenciais. Através da análise desses dados é possível estreitar relações com clientes, além de reduzir custos no tempo de produção e reparo de produtos.

Essas mudanças afetam significativamente a maneira como fazemos negócio hoje em dia. Para tanto é imprescindível para a sobrevivência e desenvolvimento das empresas, que as mesmas deem início a seu processo de transformação digital.

Quem se adaptar primeiro certamente terá uma grande vantagem em relação à competição.

Ainda assim, mesmo tendo consciência de que é preciso se adaptar a essa nova realidade, muitas empresas têm dificuldade em iniciar esse processo de transformação. Existem muitas barreiras que falaremos mais adiante:

1.      Reputação e segurança

Executivos e gestores têm medo de adotar estratégias digitais porque estas envolvem questões que impactam na reputação e na segurança das empresas.

A possibilidade de afetar a imagem de uma empresa com credibilidade ou gerar problemas devido a brechas na segurança, são fatores que pesam como ressalvas à transformação digital.

Esse é o caso especialmente de grandes corporações que lidam com informações confidenciais, como dados de seguro, informações financeiras, históricos médicos, etc.

Em geral, as pessoas (e naturalmente os negócios) são avessos às mudanças, mas, apesar disso, sabem que é preciso se adaptar.

O risco faz parte da história dos negócios bem-sucedidos.

Intelligence is the ability to adapt to change – Stephen Hawking

2.      Cultura da empresa

A cultura de uma empresa é parte de seu DNA.

Não é à toa que empresas de forte legado sofrem tanto para abrir mão de aspectos culturais. Então saiba que, para desenvolver programas de transformação digital e implantá-los, é necessário educar a mentalidade de todos os colaboradores de forma gradual.

Afinal, um inibidor do novo modelo de negócio é o dia a dia, que impede que empresas tentem novas abordagens por já estarem presas ao que conhecem.

E sabendo que o comodismo faz parte de toda organização, é preciso forçar a saída da zona de conforto por meio de alguma estratégia sólida.

Não é uma tarefa fácil, tanto que as empresas que conseguem costumam ser as empresas que ficam na mente do consumidor. Temos certeza que você conhece elas. Tesla, Netflix, Airbnb, Uber, Amazon, Solar City, a lista não para...

3.      Falta de conhecimento

Talvez o fator mais crítico, a falta de conhecimento é um grande empecilho para o progresso da transformação digital no curto prazo.

Dizemos isso porque o setor de TI é parte fundamental nas etapas da transformação digital e, por isso, precisa de mais espaço nas organizações. E sabemos que na vida real, as coisas não são bem assim.

O time de TI continua estabelecido nos calabouços das empresas, sem muita visibilidade, mesmo sabendo que sua estratégia precisa estar totalmente alinhada às orientações corporativas.

Somado a isso temos outro problema: falta de equipes competentes. Nesse sentido, a solução é investir em treinamento e qualificação, para capacitar os profissionais, já que eles precisam ser capazes de lidar com os desafios que estão para surgir.

Olhando esse cenário, percebemos que os obstáculos que envolvem a transformação digital são severos, mas necessários. É possível enxerga-los como oportunidades de negócio, com um divisor de águas, um marco que denota o antes e o depois.

Afinal, nos tempos atuais, data is the new oil. E sabendo disso, vemos o quanto Big Data é um recurso tão valioso no contexto de negócios.


Os dados e a Era dos Clientes

No contexto da transformação digital, o foco está no cliente e a grande oportunidade mercadológica por trás disso está na oferta de experiências memoráveis para os consumidores.

O que entendemos enquanto Era dos Clientes.

A partir da análise dos dados do negócio, é possível entender as preferências dos consumidores, podendo impactá-los de forma conveniente e com conteúdo e mensagens relevantes. Isso aumenta as chances de evangelizar seu cliente e transformá-lo em um promotor da marca.

Vemos diversos casos em que isso ocorre: o uso dos dados a favor do business.

Um exemplo conhecido é da empresa francesa Danone. Nesse caso, foi identificado que um dos iogurtes da marca tinha prazo de validade curto e, por isso, precisava ser produzido e entregue ao varejo com rapidez. Isto é, era necessário otimizar o sistema de distribuição.

Assim, levando e cruzamento informações do banco de dados da Danone, foi possível entender a relação entre algumas variáveis como tempo de entrega, prazo de validade, rotas disponíveis, entre outros.

Com isso em mente, as empresas precisam criar estratégias de negócio para o mundo digital e apostar em uma nova cultura corporativa. Uma cultura que seja mais flexível, permitindo mais agilidade para reagir a mudanças e antecipar tendências.

Aproveitando, você já viu nosso Manifesto de Cultura? Se quiser, dar uma olhada, basta clicar aqui 😉

Se quiser ver outros casos de sucesso com Big Data você pode acessar o artigo no site da Big Data Business: http://www.bigdatabusiness.com.br/aprenda-mais-sobre-big-data-vendo-esses-7-cases-de-sucesso/

Fechando

A Era da Informação já começou e as empresas que ainda não começaram a mudar seus modelos de negócio terão dificuldade em competir no mercado.

Se você quer se destacar (ou melhor, sobreviver) já sabe o que é preciso ser feito: arriscar. Afinal, sabemos que não existe uma receita de bolo, um manual de sobrevivência na era da transformação digital, mas sabemos que correr riscos é necessário em prol do progresso.

Agora, se você quiser reduzir seus riscos, uma alternativa é estudar o mercado com uma certa frequência. E para te ajudar, a PROOF tem alguns materiais que podem ser muito úteis! Fique à vontade para ler nossas curadorias abaixo e tirar suas próprias conclusões a respeito das movimentações da indústria 🙂
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Gostou do conteúdo? Que tal dar uma olhada no nosso blog? 😉

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PROOF está se posicionando no mercado como uma empresa referência em segurança e produção de conteúdo relevante. Nosso objetivo é disseminar e compartilhar conhecimento para contribuir ao máximo no amadurecimento do mercado de segurança no Brasil. Isso porque, nós da PROOF, como uma empresa atenta às inovações do mercado de cibersegurança, estamos sempre nos atualizando das principais tendências tecnológicas do mundo, além dos novos vetores de ataque por parte da indústria do cibercrime.

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WANNACRY THREAT ANATOMY REPORT
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INFOGRÁFICO RANSOMWARE

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Internet das Coisas e seus desafios de segurança

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Internet das Coisas e seus desafios de segurança

Temos certeza de que você já ouviu falar do termo Internet das Coisas, ou Internet of Things, antes. Certo?

Pois é, esse tipo de trending topic está na boca do povo e todo mundo já conversou alguma coisa a respeito. Mas será que você realmente sabe o que esse conceito realmente significa? E sabe o quão impactante ele será no dia a dia dos negócios e da sociedade como um todo?

Esse artigo vai trazer algumas respostas e algumas reflexões também. Esperamos que, ao final dele, você se sinta impactado a ponto de querer estudar mais sobre a temática.

Mas, de antemão, pra ficarmos na mesma página, é preciso que você saiba bem o que é essa tecnologia. Para tanto, pegamos a definição no Wikipedia pra harmonizarmos o termo.

Internet das Coisas (do inglês, Internet of Things) é uma revolução tecnológica a fim de conectar dispositivos eletrônicos utilizados no dia-a-dia (como aparelhos eletrodomésticos, eletroportáteis, máquinas industriais, meios de transporte etc.) à Internet, cujo desenvolvimento depende da inovação técnica dinâmica em campos tão importantes como os sensores wireless, a inteligência artificial e a nanotecnologia.”

Se ficou confuso, podemos resumir em: IoT é uma revolução tecnológica que possibilita a conexão mútua entre coisas e entre coisas e usuários, utilizando a Internet como meio para troca de informações.

Mas hoje vamos além, vamos falar sobre os principais impactos e desafios da IoT. Se você quiser ler nossos outros materiais sobre a temática, confira os links abaixo:

Quais os principais impactos da IoT?

A interconexão dos sistemas permite um mundo mais responsivo, inteligente e eficiente.

O que significa dizer que a partir da interpretação de dados, captados e armazenados previamente, os objetos serão capazes de dialogar com os usuários, promovendo melhorias na qualidade de vida, maior produtividade e agilidade nos processos.

Além de otimizar recursos, essa nova onda de produtividade permitirá que as pessoas foquem naquilo que não pode ser automatizado.

A IoT vai impactar diretamente na vida das pessoas e nos negócios, modificando perfis de compra e hábitos de consumo. Tanto que o Intituto Global McKinsey estimou que a Internet das Coisas vai gerar entre US$ 3,9 e 11,1 trilhões anuais em novos negócios.

Por isso, é de extrema importância que as empresas criem um mecanismo para interpretar os dados gerados e usem isso a seu favor na hora de entender as necessidades desse novo mercado. Podendo, dessa forma, oferecer não só produtos e serviços mais adequados, mas também uma melhor experiência e inovação para seus consumidores.

“Atualmente 43% dos investimentos em IoT vêm dos setores de manufatura e transportes, além de cidades inteligentes e aplicativos dirigidos ao usuário, segundo uma consultoria IDC. Nos próximos 5 anos, todas as empresas vão precisar de um plano de negócios que inclua o conceito, já que todas as indústrias, em certa medida, terão começado a adotar iniciativas do tipo, estima a entidade. ”

Mas este é só um lado da moeda. A IoT também pode ter impactos negativos, como o desaparecimento de empregos e postos de trabalho, além de questões que envolvem a segurança e privacidade dos dados e dos usuários.

Segundo o estudo ISTR – Internet Security Threat Report 2016, da Symantec, atualmente, são criados mais de um milhão de novas instâncias de malwares por dia! Isso, combinado à falta de consciência dos usuários sobre os riscos de não proteger seus dados e dispositivos, pode gerar grandes danos financeiros. Estima-se, por exemplo, que até 2021 sejam gastos US$ 6 trilhões com cibercrime.

Além disso, levando em consideração que estamos dando início a uma era em que tudo será conectado e utilizaremos este conceito para gerenciar cidades e sistemas, precisamos nos atentar para como esses dispositivos são fabricados.

Muitos fabricantes, com o objetivo de diminuir custos de produção retiram dos aparelhos partes importantes, o que na maioria das vezes compromete a segurança dos mesmos. Inclusive, alguns fabricantes não possuem nem a capacidade de realizar atualizações de segurança em seus produtos.

Portanto, é imprescindível que os consumidores pressionem os fabricantes para que estes considerem questões relativas à segurança durante o processo produtivo e no ciclo de vida dos produtos. O conceito de Security by Design evitaria gastos excessivos com reparos no futuro, garantindo a segurança do dispositivo e dos usuários desde a fase inicial.

Outra vertente da segurança, a qual devemos prestar atenção é que com a integração dos sistemas e a quantidade crescente de dados, o grau de exposição dos sistemas será cada vez maior.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Cisco, a expectativa é que até 2020, mais de 50 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet.

Os perigos de IoT. Vamos fazer um exercício?

Suponha uma casa em que todos os sistemas estejam conectados, desde os eletrodomésticos à rede elétrica até os dados do dono da casa. Sendo assim, se um hacker encontrar uma vulnerabilidade em algum desses sistemas e conseguir invadir a geladeira, por exemplo, o mesmo poderá usá-la de porta de entrada para acessar outros sistemas dentro da casa.

O grande problema por trás é que tendo acesso aos sistemas da casa, o hacker poderá roubar dados, alterar informações e danificar o ambiente. Isso pode ter inúmeros impactos e problemas ao dono da casa.

Se quiser ver uma situação semelhante, mas aplicada em um contexto empresarial, confira o conteúdo produzido pela HP sobre segurança em impressoras. Apesar do forma lúdica com que o roteiro é conduzido, a mensagem é muito pertinente diante do contexto de negócios atuais. Segurança é responsabilidade de todos.

Isso mostra que as questões de segurança e seus riscos emergentes são muito abrangentes, afetando toda a estrutura de uma sociedade. A guerra cibernética, por exemplo, é uma realidade que poucos tem conhecimento.

Com isso em mente, a National Geographic Channel produziu um vídeo explicativo a respeito dos desafios da ciberguerra nos tempos atuais e alguns de seus possíveis desdobramentos.

Fica claro, portanto, que para que a IoT seja possível, ou seja, para que possamos ter um mundo conectado e seguro é necessário haver uma estrutura de segurança com altos padrões, tendo como prioridade a proteção dos dados e sistemas, mantendo a privacidade dos usuários.

E você, acha que está seguro?

Se você respondeu sim na pergunta acima, sugiro que você repense a sua resposta.

A superfície de contato para as ameaças está cada vez maior. Novos vetores de ataque que até então eram desconhecidos, como foi o caso da boneca My Friend Cayla que, em fevereiro de 2017, foi banido da Alemanha.

O porquê disso? A boneca foi considerada como um dispositivo de espionagem que colocava em risco a segurança das crianças. A boneca recebia comandos de qualquer um que estivesse a pelo menos 10 metros dela e transmitia todas as informações que coletava.

Ou seja, um exemplo de que dispositivos conectados à Internet podem causar impactos reais à segurança dos usuários. Afinal, é desesperador para alguns pais pensarem que seus filhos podem estar sendo observados por criminosos.

Torna-se evidente, portanto, que os riscos à segurança da informação são reais e podem gerar uma série de danos aos usuários finais. Pensando nisso, listamos algumas orientações práticas e fáceis que elevam consideravelmente o seu nível de segurança na Internet. Confira!

7 passos para elevar seu nível de segurança


1.      Escolha dispositivos de qualidade e verifique os critérios de segurança

É importante checar o fabricante e os critérios de segurança do produto, se certificando da qualidade e a capacidade dos fabricantes em realizar atualizações de segurança nos aparelhos.

2.      Atualize seus sistemas, softwares e dispositivos

Mantê-los atualizados ajuda na proteção contra invasões, ataques ransomware e outros malwares, já que as atualizações existem justamente para corrigirem vulnerabilidades que foram encontradas.

3.      Crie senhas complexas

É importante utilizar senhas diferentes nos diversos serviços da Internet, além disso, senhas longas e que combinam letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais elevam a segurança. Também é recomendado que se troque as senhas de 3 em 3 meses ou de 6 em 6 meses.

4.      Faça backups regularmente

Não subestime o poder do backup,  tenha um HD externo com seus arquivos e faça backup regularmente. O armazenamento na nuvem também é uma opção, mas precisa estar em um servidor com criptografia de alto nível e múltiplos fatores de autenticação.

5.      Habilite o segundo fator de autenticação

Uma camada extra de segurança que pode ser habilitada em diversos sistemas, seja por aplicativos específicos, SMS por celular ou biometria. Nem todos os sistemas usam dupla autenticação, mas a grande maioria já aderiu a prática – principalmente os provedores de e-mail e as redes sociais.

Obs: se quiser saber se seu e-mail já foi “owned” na Internet, utilize o: https://haveibeenpwned.com

Obs 2: quer saber que sistemas tem dupla autenticação habilitada? Confira no site: https://twofactorauth.org

6.      Verifique atentamente seus e-mails

Analisar todos os e-mails recebidos a fim de detectar ameaças e evitar invasões. Em geral, e-mails phishing tem como características: endereço de e-mails falsos, erros ortográficos, links suspeitos, tom de urgência ou ameaça, anexos não solicitados, pedem informações pessoais, falta de detalhes na assinatura. Estes são alguns exemplos de que um e-mail não é seguro, por isso atente-se!

7.      Instale o AdBlock

É uma extensão que há em todos os navegadores e que bloqueia qualquer tipo de conteúdo impróprio, como por exemplo o malvertising (junção de duas palavras: malware – que é um softawre malicioso – e advertising  que é propaganda em inglês) que é um tipo de anúncio publicitário online que geralmente é usado para espalhar malware na Internet.


Concluindo

A IoT trará muitas mudanças à nível global, transformando a forma como nos relacionamos com o mundo e impactando diretamente nossas vidas, o meio ambiente, os negócios e nossa segurança.

As coisas conectadas podem servir tanto como aliadas quanto alvos em ataques. No primeiro caso, temos melhorias na qualidade de vida e um melhor uso dos recursos, por vivermos de forma eficiente, além de um mundo mais responsivo. Já no segundo, o grau de risco em que os sistemas estão expostos aumenta à medida que mais dispositivos são conectados à rede.

Sendo assim, percebe-se que a IoT possibilita um mar de oportunidades que deve ser observado de perto por todas as indústrias e mercados; Entretanto, para que as coisas conectadas tragam mais benefícios, é necessário que as questões de segurança estejam presentes em todas as etapas de implantação dessa tecnologia.
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Gostou do conteúdo? Que tal dar uma olhada no nosso blog? 😉

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PROOF está se posicionando no mercado como uma empresa referência em segurança e produção de conteúdo relevante. Nosso objetivo é disseminar e compartilhar conhecimento para contribuir ao máximo no amadurecimento do mercado de segurança no Brasil. Isso porque, nós da PROOF, como uma empresa atenta às inovações do mercado de cibersegurança, estamos sempre nos atualizando das principais tendências tecnológicas do mundo, além dos novos vetores de ataque por parte da indústria do cibercrime.

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INFOGRÁFICO RANSOMWARE

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BUYER’S GUIDE

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Estratégia de Big Data & Analytics: entenda seus benefícios

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Estratégia de Big Data & Analytics: entenda seus benefícios

A adoção de uma estratégia de Big Data por parte das grandes empresas vai exigir que as equipes de segurança reavaliem seus conceitos sobre governança de dados.

Ainda que muitas organizações já estejam familiarizadas com alguns aspectos básicos, como saber de onde veio o dado, apontar um guardião para aquela informação, entre outros; muitos gestores ainda não definiram a governança mais essencial.

Tradicionalmente, a governança de dados era bem mais simples do que precisa ser atualmente.

Basicamente, consistia em integrar os dados em um único silo, e passar a sua governança para o mais alto nível.

O processo era lento, e a consulta dos dados acabava ficando restrita a pequenos grupos na organização.

Nova abordagem

A nova abordagem do Big Data é totalmente diferente: está relacionada à agilidade e eficiência, e ao entendimento do que aquele dado pode trazer em termos de benefício às empresas.

Entretanto, o Big Data vai promover uma mudança de paradigma muito maior do que está ocorrendo atualmente.

E isso vai acontecer de maneira mais acentuada, por conta da transformação que o Business Analytics proporciona.

Ou seja, é fundamental estabelecer uma relação entre a segurança dos dados, sua governança, e sua utilização.

Ao se aplicar uma governança ágil de dados, as organizações podem garantir os controles apropriados, sem inibir a velocidade e a flexibilidade de ideias e inovação que uma estratégia de Big Data traz consigo.

Claro que essa mudança acontece, também, porque houve uma mudança no valor dos dados.

Se antes o que entrava em cena era o Business Intelligence, com sua arquitetura totalmente voltada para dados estruturados e previamente definidos, hoje o contexto é cada vez mais diferente. 

Inovação dos dados

Veja o que a inovação dos dados vai mudar em termos de governança nos próximos anos.

Função dos dados

É fácil identificar quem detém os dados, mas às vezes é difícil determinar quem responde por ele e quem o guarda.

Por exemplo, quem é o responsável por gerar a análise de um determinado dado ou correlação de dados?

Se esses papeis não estiverem determinados de maneira clara, fica difícil inserir as informações para análise no contexto geral.

Envolvimento do negócio

A estratégia de Big Data acaba envolvendo várias áreas do negócio.

Big Data deve fazer parte da estratégia da empresa, e os gestores devem evitar usar a análise de dados para apenas um aspecto do negócio.

Mais do que isso, é preciso traçar a governança e o destino dessas informações, tais como: qual o prazo que essas informações precisam ser armazenadas?

É necessário guardar toda a informação vinda das mídias sociais, ou só parte dela?

A governança de dados é mais do que um pequeno grupo de pessoas interessada em manter a qualidade dos dados – deve ser um esforço corporativo.

Envolvimento dos gestores

Quanto maior envolvimento do negócio, mais é necessário que os gestores –principalmente a média gerência—seja envolvida na estratégia de Big Data.

Até então, a governança de dados só precisava do apoio do C-Level –hoje, é necessário também buscar suporte dos gestores da camada média para que a política de governança funcione de maneira adequada.

Desafios Técnicos

O Big Data traz novos desafios na gestão de dados, como a manutenção de uma linearidade dos dados, sua integridade e qualidade, a fim de que eles possam ser transformados em informação útil.

Análise Operacional

Não é raro encontrar uma empresa que tenha iniciado sua abordagem ao Big Data a partir do comportamento do cliente, da sua experiência e jornada.

Em 2013, por exemplo, 40% das empresas empregavam o Big Data para esse fim.

Em 2016, a situação mudou completamente: pesquisas mostram que ao menos 70% das empresas utilizam o Big Data para melhoria e eficiência operacional.

Em se tratando dos clientes, é fácil determinar a governança desses dados.

Mas como estabelecer a estratégia quando se trata de dados operacionais complexos, vindos de diferentes departamentos?

Para se ter uma ideia da complexidade desta questão, basta avaliar alguns exemplos bem-sucedidos da aplicação do Business Analytics.

Indústrias têm utilizado a tecnologia para descobrir, por exemplo, as causas de problemas relacionados à qualidade, o que pode diminuir o erro em até 50%.

Como isso é possível? São os dados de máquina que passaram a ser analisados.

E eles estão lá, à disposição de qualquer um. 

Outro exemplo interessante é o da companhia de trens do Reino Unido.

A empresa usou soluções de análise operacional para melhora tomada de decisões no que tange à manutenção preventiva – ocasionando uma economia de US$ 141 milhões em cinco anos.

Inteligência Operacional

Soluções de Inteligência Operacional podem correlacionar e analisar dados de fontes variadas em várias latências (desde o batch, até o tempo real), para revelar informações importantes.

Com isso, é possível reagir imeadiatamente.

O principal ponto da Inteligência Operacional é o ganho de insights utilizando novas fontes de dados, o que permite que oportunidades de negócios, ameaças organizacionais, ou problemas de performance sejam detectados e endereçados o mais rápido possível.

Implementações bem-sucedidas de ferramentas de inteligência operacional para monitorar e analisar as atividades do negócio, oferecendo a um número grande de usuários internos a visibilidade necessária para identificar um problema ou uma oportunidade, ou para a tomada de decisão.

Obstáculos

Apesar da vantagem e dos benefícios em se usar dados analíticos para análise operacional, poucas empresas estão utilizando a tecnologia.

As razões mais usuais para isso são a qualidade pobre dos dados, e uma diversidade muito grande de formatos.

Obter os dados também costuma ser um problema recorrente, e determinar quem é seu dono está intrinsecamente ligado a isso.

Mas qual é a diferença entre as organizações que estão lutando para utilizar os dados de máquina de forma adequada, em relação aos gigantes da tecnologia que já estão muito à frente?

Empresas como Facebook e Google encaram o Big Data e o Business Analytics como algo inerente ao seu negócio – esta é a maior diferença.

Outras questões envolvem a integração dos dados, a coleta rotineira de dados não estruturados, o uso de dados externos para melhoria de insights e o uso dos dados de máquina de forma recorrente.

 Isso, claro, pressupõe uma governança já bem estabelecida das informações.

Futuro

De qualquer maneira, o movimento em direção à análise operacional dos dados não tem volta.

A Internet das Coisas – IoT  vai gerar um volume gigantesco de dados, e uma oportunidade ímpar de transformar a eficiência operacional.

Outro desafio envolve a integração de terceiros no processo.

Por exemplo: como uma montadora analisa os dados dos seus terceiros para garantir maior eficiência, ou diminuir, por exemplo, a incidência de recalls?

O conceito de Big Data possui grande potencial para melhorar a eficácia operacional corporativa.

Ao utilizar os dados disponíveis em seu patamar máximo, é possível para uma companhia tomar decisões mais adequadas, melhorar seus produtos e serviços e leva-los aos clientes de forma mais eficiente e produtiva.

Isso faz com que se ganhe um diferencial competitivo para sobreviver em ambientes econômicos altamente voláteis.

Conclusão

Quanto ao impacto dentro da estrutura de negócios, a avaliação ajuda a transformar a forma com que o trabalho é feito para se tomar a melhor decisão de negócio.

Mas é preciso que exista um engajamento na hora de tratar as informações disponíveis e os processos em meio às mudanças.

E já existem tecnologias próprias para a análise dos dados nessa amplitude.

A estratégia de Big Data pressupõe uso de Business Analytics para realizar a análise dos dados de máquina em tempo real, permitindo análises mais aprofundadas a partir de dados gerados pelo próprio negócio.

Quer saber mais? Confira blog! 😉
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O que é Big Data?

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O que é Big Data?

O Big Data é, simplesmente, uma das grandes revoluções dos últimos anos e veio para ficar no mercado mundial.

Pode ser que os termos se modifiquem com o passar do tempo, mas o grande conceito que precisa ser compreendido é a possibilidade existente no mundo atual de se ter uma quantidade imensa de dados armazenados, com uma variedade infinitamente superior à do passado e podendo ser trabalhados, analisados, cruzados e interpretados com muito mais velocidade e eficácia.

A busca por informação sempre foi primordial em qualquer mercado e é extremamente importante coletar e organizar os dados disponíveis, seja nos processos que movimentam o negócio ou mesmo no meio externo a organização.

Afinal, dados é a nova base competitiva e está transformando todas as profissões se indústrias, como já dizia a CEO do IBM, Ginni Rometty.

Com a evolução dos computadores, como maior processamento e maior capacidade de armazenamento, e o avanço da internet, um salto na geração de informações ultrapassa limites, talvez inimagináveis alguns anos atrás, e abre a possibilidade de se ter mais quantidade e mais diversidade de dados.

E tudo isso com muito mais velocidade, através de máquinas mais modernas, softwares com mais inteligência e uma rede cada vez mais amigável.

Os 3 V’s

Pensando em facilitar um pouco o conceito, podemos dividir o Big Data em três ideias simples: volume, variedade e velocidade.3vs

  • Volume = informações melhores

Mais espaço significa um volume enorme de dados sendo armazenado o tempo todo. Como coletar dados é extremamente importante para as análises, quanto mais dados, maiores serão as possibilidades.

E enquanto no passado (não muito distante) bancos de dados limitados pelo hardware armazenavam poucos megabytes, atualmente a palavra do momento são os zettabytes, com uma capacidade infinitamente maior.

Assim pode-se ter quase tudo que se imaginar, guardado em algum lugar para ser utilizado em diversos campos do conhecimento.

  • Variedade = diversas visões para análise

Imagine que, atualmente, podemos armazenar uma quantidade muito grande de dados, como falamos no tópico acima, e esses dados são de diversos tipos e diversas fontes diferentes.

Não ficamos mais só no cadastro de clientes, por exemplo, mas é possível ter posts relevantes nas redes sociais, ligados às suas páginas mais visitadas na internet e ainda ao seu consumo de e-commerce, por exemplo.

As possibilidades são inúmeras com a variedade de dados no Big Data, só é preciso ter um bom planejamento estratégico. As ferramentas estão a favor de todos e é preciso estruturá-las para a análise que você precisa.

  • Velocidade = informações em tempo real

Veja como o Big Data é incrível. Imagine prever incidentes de determinada epidemia em tempo real? Então, o Google já fez essa façanha com a famosa gripe H1N1.

Através do armazenamento das informações de busca via internet, a gigante norte-americana conseguiu, com grande velocidade, transformar esses dados, vindos de diversas fontes, em informações relevantes sobre a doença.

Enquanto médicos, que trabalhavam em um projeto responsável por obter essas mesmas informações, levavam algo em torno de duas semanas para ter dados consolidados, o Google conseguia dados semelhantes (até mais completos) em apenas algumas horas.

Uma velocidade invejável e que permitiu um mapeamento sem precedentes da epidemia!

Novas tendências

Após sua popularização inicial, o Big Data acabou ganhando mais dois Vs, referentes aos conceitos de Valor e Veracidade dos dados. Esse movimento em sua “estrutura” se deu devido ao amadurecimento do conceito dessa prática.

No caso do Valor, qual o objetivo de armazenar, mesmo que sendo totalmente possível, qualquer tipo de dados se os mesmos não geram valor?

O dado precisa ser útil, ser base para gerar informações de qualidade e com capacidade de serem fundamentais em tomadas de decisão.

Sendo assim, a busca por dados com maior valor é uma nova componente do Big Data.

Falando nisso, já olhou nosso eBook sobre como Big Data e Business Analytics podem mudar o rumo do seu négocio?

Outro ponto adotado após seu amadurecimento é a Veracidade desses dados.

Muitas organizações começaram a utilizar todo e qualquer tipo de dados para análise e previsões, sejam esses de bancos de pesquisas de institutos conceituados ou meros comentários difundidos e compartilhados por uma rede social.

Agora, imagine o tamanho do problema que uma quantidade significante de informações falsas, mas muito difundidas nas redes, poderiam causar em processos de análises com objetivos em saúde ou na economia de um país?

As consequências são inúmeras, por isso, adotar a Veracidade do dado coletado torna esse modelo de Big Data muito mais confiável e eficaz.

O Big Data ainda tem muito para evoluir e precisa cada vez mais de profissionais qualificados para ser executado. Afinal, trabalhar com dados é extremamente importante e, quando não tratado com integridade, pode ser até perigoso.

Mudando a maneira como pensamos

O Big Data se tornou o “chavão” corporativo do setor de TI nas estratégias de negócios e produtos. Para a maioria das organizações, o Big Data também inclui a Internet das Coisas – os dados integrados a partir de uma enorme gama de dispositivos conectados.

Atualmente, é estimado que existam 6 bilhões de dispositivos conectados no mundo e é previsto que esse número chegue a 20 bilhões até 2020, de acordo com a Symantec.

Essa tendência proporciona uma enorme oportunidade para que empresas explorem o mundo “verdadeiro” de seus clientes, fornecedores e concorrentes, muitas vezes em tempo real.

No entanto, ele também oferece um desafio significativo em equilibrar sua proposta de ser um canal útil e com credibilidade nas informações contra um potencial tsunami de dados que pode rapidamente tornar-se incontrolável e até mesmo prejudicial.

Abordagem para negócios

Com o tempo, o Big Data tem transformado os conceitos empregados sobre os negócios. Uma organização que trabalha de forma eficiente em uma cultura de Big Data torna-se uma marca dinâmica e inovadora que, efetivamente, é mais rentável ou fornece serviços mais eficazes.

O novo modelo requer sistemas de TI flexíveis e dinâmicos para suportar esse nível de agilidade – contudo, também requer agilidade no gerenciamento. Para qualquer negócio que almeje aproveitar ao máximo o big data, será necessário considerar uma mudança de mentalidade.

O Big Data veio para mudar fundamentalmente a forma como as pessoas são educadas, treinando-as inclusive para entender por que os erros acontecem.

Ainda tem dúvidas sobre o Big Data e como ele pode servir você ou à estratégia do seu negócio? Deixe um comentário e compartilhe conosco!
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Gostou do nosso conteúdo? Quer conferir outros posts do nosso blog? 😉

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Uso de Big Data em bancos: tudo o que você precisa saber

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Uso de Big Data em bancos: tudo o que você precisa saber

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“A revolução da informação representa uma nítida transferência de poder de quem detém o capital para quem detém o conhecimento.” A frase é de Peter Drucker, considerado o maior mestre da administração moderna e ilustra bem a importância da gestão de dados no mundo de hoje.

No caso das instituições financeiras, essa relevância é amplificada exponencialmente. Todos os dias, os servidores virtuais dessas corporações acumulam terabytes de dados financeiros de seus clientes, rastros valiosos que podem ser usados, dentre outras coisas, para entender profundamente o que seu cliente quer (correção) ou como ele tende a se comportar no futuro (predição).

Hoje, você irá entender por que os bancos que ainda estão hesitantes em utilizar soluções de ponta em Big Data em seus processos de negócio correm risco de serem gradualmente expurgados do mercado.

Era dos Dados: informação como moeda

  1. O perfil do consumidor mudou radicalmente de algumas décadas para cá. Este e-consumidor é omnichannel, isto é, utiliza todos os canais existentes na decisão de compra e, às vezes, de forma simultânea. Este indivíduo tem muito mais acesso à informação, é muito mais exigente e diz ser influenciado pelas redes sociais.
  1. A transição do mundo offline para um universo totalmente focado no ambiente virtual estimulou também o desenvolvimento das mais variadas técnicas de invasões ilícitas de sistemas. Assim, proteger seus sistemas de cibercriminosos se tornou uma das grandes preocupações empresariais.
  1. Por fim, a concorrência voraz dos últimos tempos coloca o gerenciamento de custos como chave na competitividade de uma instituição no mercado.

Perceba que acabamos de tratar de 3 elementos fundamentais para a sobrevivência de uma empresa, especialmente do setor financeiro: conhecimento do cliente, segurança da informação e redução de custos.

Esses 3 elementos da Santíssima Trindade do mundo corporativo atual dependem diretamente da gestão de dados.

Não há como conhecer seus clientes se o banco não analisa os rastros deixados por eles em sua relação com a instituição; não há como eliminar as chances de ser vítima de crimes digitais sem um monitoramento permanente com soluções demineração de dados; e é muito mais trabalhoso, demorado e menos acertado tentar reduzir custos sem o auxílio de ferramentas de inteligência artificial para diagnosticar as falhas nos fluxos de processos.

Estamos falando, em todos os casos, da mesma solução: o Big Data.

Big Data: benefícios para instituições financeiras

Melhorar o gerenciamento de risco nas concessões de crédito

Uma pesquisa feita nos EUA, em 2014, mostrou que 60% das instituições financeira do país acreditam que análises feitas por meio de superprocessadores, utilizando algoritmos, linguagem de máquina, complexas técnicas de estatística e análise combinatória, são preponderantes na aquisição de vantagem competitiva relevante para o setor.

Na mesma pesquisa, 90% dos gestores dos bancos avaliados creem que as iniciativas bem-sucedidas na gestão de dados definirão os grandes nomes do setor nos próximos anos. E uma das utilizações que pode fazer um banco engolir seu rival por meio do Big Data é usá-lo na modelagem de risco das carteiras de crédito.

Hipotecas, financiamentos imobiliários e cartões de crédito são alguns dos produtos bancários com elevado risco para os bancos. Uma falha humana na análise de riscos pode implicar em prejuízos milionários a essas instituições.

Já passou da hora de depender menos do olhar humano e partir para a realização de investigações aprofundadas do perfil dos clientes, utilizando centenas de milhares de dados de diversas fontes e em tempo real, por meio das melhores soluções em inteligência artificial do mercado.

A partir desse tipo de ferramenta, será possível cruzar informações do background financeiro dos clientes, comportamento adotado nas relações de compra no passado, patrimônio atual e potencial, tendências de crescimento/inadimplência e até dados de mídias sociais.

Tudo para garantir maior chance de acerto na concessão de produtos de alto risco, priorizando o equilíbrio econômico-financeiro dos bancos.

Alguns gestores de visão já estão adotando esse tipo de ferramenta em alguns bancos do Brasil, o que impõe uma verdadeira corrida contra o relógio para os que ainda dependem do olhar humano e de sistemas ultrapassados para controlar a gestão de riscos.

Reduzir as taxas de churn

Quando um bom cliente se torna um ex-cliente há, além do prejuízo ao banco perdedor, o fortalecimento do concorrente. Controlar, portanto, as taxas de churn (cancelamento de serviços e enceramento de contas) é primordial para as instituições bancárias que almejam a liderança do setor no futuro ou, pelo menos, a sobrevivência no segmento.

Uma das maneiras mais eficientes de fazer esse controle mensal do churn é por meio da utilização de  Analytics.

Mas, ao contrário do que você pode pensar, o objetivo aqui não é de remediação, é de prevenção. O tratamento de montanhas de dados por meio eletrônico permite “matematizar” o comportamento do cliente em tempo real, mostrando, inclusive, se ele está insatisfeito com algum produto ou serviço da instituição.

Essa conclusão é obtida por meio de fórmulas e gráficos extremamente complexos, impossíveis de serem levantados de forma manual. São milhares de dados não estruturados que são intercruzados de todas as formas e centenas de ferramentas matemáticas que são utilizadas para transformar simples dados em indicações de tendências futuras.

Tornar previsível o que antes era escuridão é a grande sacada da inteligência de negócios. Essa informação antecipada permite que os gestores dos bancos tomem medidas adequadas junto aos clientes para arrefecer sua insatisfação e evitar o churn.

Veja que a mesma solução é aplicada para diferentes perspectivas.

Melhorar o atendimento e satisfação do cliente

Consequência lógica do item anterior, o  Big Data consegue monitorar cada passo de seus clientes na relação com o banco. Isso se faz gerenciando e segmentando os melhores consumidores, compreendendo quais os produtos mais demandados por classe social, quais serviços podem ser lançados com boa aceitação, quais pacotes tarifários máximos que cada perfil de cliente estaria disposto a pagar etc.

Por meio de todo esse esforço investigativo da ciência de dados e que usará, inclusive, dados do CRM da empresa e do monitoramento das mídias sociais, é possível oferecer produtos exclusivos, criando uma relação de proximidade entre banco e cliente. É usar as tecnologias do século XXI para criar uma intimidade banco-cliente tal como no início do século XX.

Só uma dica: este monitoramento pode ser feito, inclusive, através da coleta de dados da navegação dos clientes no broker do banco. Técnicas avançadas em linguagem de máquina podem programar o site para, por exemplo, oferecer os serviços que o cliente procura, em tempo real. É, entre outras coisas, uma nova forma de fazer marketing.

Combater fraudes

Combate a fraudes. Esta é, talvez, a finalidade que mais tem sido usada pelos bancos com as soluções em análise de dados. O monitoramento permanente de datacenters, da rede de dados e dos sistemas bancários pode e deve ser feito por meio de data mining (gerenciamento de ameaças por meio de sistemas tradicionais não mais comportam os riscos).

Este processo cruza todas as informações de acesso em escala inimaginável à compreensão humana e em tempo real, gerando padrões de utilização para cada cliente.

Ao mínimo sinal de desvios, o acesso é bloqueado. Além disso, cliente e banco recebem alertas, informando a suspeita de tentativa de invasão. Não é buscar identificação da intrusão depois que ela ocorre, é evitar sua ocorrência. Fundamental!

Dúvidas? Fique à vontade para deixar seus comentários! Caso seu banco ainda não trabalhe com soluções em inteligência artificial, como o Big Data, entre em contato conosco. Nós ajudamos você a diagnosticar a solução ideal para sua instituição! Sucesso!
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