Você sabe o que é análise prescritiva?

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Você sabe o que é análise prescritiva?

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A análise prescritiva é um dos estágios do business analytics, que inclui ainda a análise descritiva e a preditiva.

Com a análise prescritiva as empresas podem obter recomendações inteligentes para otimizar os próximos passos de sua estratégia.

Juntamente da análise preditiva, a análise prescritiva ajuda a criar uma estratégia mais efetiva baseada em dados.

Tanto a análise preditiva quanto a análise prescritiva são fundamentais para tomar decisões com base em dados.

Porém, a maior diferença entre análise preditiva e prescritiva é que a análise preditiva ajuda a prever o que vai acontecer no futuro, enquanto a análise prescritiva oferece recomendações específicas para alterar o futuro.

Análise prescritiva e preditiva na prática

Um exemplo de como as duas análises podem ser usadas juntas é o caso de um varejo que oferece trocas grátis em casa a clientes fiéis para que eles experimentem os produtos.

Com base no comportamento do consumidor, um modelo preditivo supõe que os clientes vão ficar com tudo, porém, um cliente compra oito roupas e fica com apenas uma.

A empresa pagou pela troca supondo que o cliente ficaria com oito peças de roupa, mas o algoritmo não levou em consideração o comportamento do cliente, fazendo com que a empresa assumisse uma pequena margem de perda.

Uma análise prescritiva indicaria que a empresa oferecesse opções de troca na loja para clientes que fazem devoluções, incentivando outra compra ou notificando clientes sobre a necessidade de pagar pela devolução.

Dicas para tirar o máximo do business analytics

A análise descritiva é a etapa mais simples do business analytics. Nesta análise os dados são resumidos de maneira crua, como relatórios com números de vendas, estatísticas de clientes e métricas de engajamento.

A análise preditiva e a prescritiva são os próximos passos para transformar as métricas descritivas em insights.

Porém, não se pode depender apenas de uma ou de outra. Quando usadas de maneira combinada, podem trazer resultados mais efetivos.

É importante entender a lógica e as circunstâncias por trás dos resultados de uma análise prescritiva. O ideal é poder provar que os resultados são estatisticamente coerentes e que os dados são precisos.

Com Business News Daily
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Conheça sete mudanças radicais que estão chegando em TI

Recentemente, durante um evento, o vice-presidente do Gartner, Daryl Plummer, pintou um cenário cheio de robôs, máquinas inteligentes e novos hábitos mobile para os próximos cinco anos. Confira as tendências de TI para que os CIOs e profissionais da área precisam estar preparados.

Internet das Coisas vai dar trabalho

Em 2018, cerca de 6 bilhões de “coisas” conectadas vão exigir suporte. Esses dispositivos desempenham tarefas cada vez mais complicadas e CIOs e times de TI terão de tratá-los como seus clientes. Uma indústria focada em atender “coisas” deve surgir.

Softwares autônomos fora do controle humano

Em 2020, softwares autônomos vão participar de 5% de todas as transações econômicas. As máquinas inteligentes tomarão decisões tão rapidamente que não seremos capazes de acompanhar e checar o que é decidido, apenas aceitar, esperar que estejam fazendo um bom trabalho e responder caso algo dê errado.

Chefes robôs

Em 2018, mais de 3 milhões de profissionais terão chefes robôs. Ordens automatizadas e controle de tráfego logo serão uma realidade em transportes. Outra possibilidade é o uso de inteligência artificial (IA) para entender emoções e gerenciar humanos.

Vandalismo digital

Sistemas conectados oferecem mais oportunidades de ataque. No fim de 2018, 20% dos prédios inteligentes vão sofrer vandalismo digital. Logo empresas terão de pensar em como proteger a infraestrutura de TI dos perigos que podem chegar por um apontador de lápis inteligente, por exemplo.

Empresas terão menos empregados e mais máquinas inteligentes

Em 2018, metade das empresas que mais crescem terá menos empregados e mais máquinas inteligentes. Isso não significa que haverá demissões, mas que o número de máquinas dando suporte aos funcionários vai aumentar.

Reconhecimento de face e voz

No fim de 2018, assistentes digitais vão reconhecer pessoas por rosto ou voz em diversos canais. Atualmente, o Windows 10 já permite usar o rosto como senha, por que não poderíamos aplicar essa mesma tecnologia a outros dispositivos, desde computadores pessoais até máquinas de uso corporativo?

Falhas de segurança na nuvem

Em 2020, 95% das falhas de segurança na nuvem serão causadas pelo cliente. Por mais que seja segura, as pessoas ainda são o elo fraco na infraestrutura de segurança. Por isso, soluções para proteger o Active Directory e a nuvem, bem como políticas de segurança claras, continuarão sendo essenciais, independente da proteção oferecida pelo provedor da nuvem.

Os principais riscos, como vazamento de dados, perda de dados, compartilhamento indevido de senhas ou até a falta de recursos de segurança para gerir informações na nuvem, já existem e as empresas podem recorrer a várias soluções efetivas para segurança na nuvem para manter seus ativos protegidos.

O Cloud Security da PROOF oferece às empresas estratégias que asseguram a segurança dos dados contra os principais riscos da nuvem e pode ser integrado a outros serviços de segurança da informação do PROOF, como o MSS PROOF e o B-SOC.

Com Information Week

BI e analytics se tornam prioridade nos investimentos em TI do setor bancário

Cada vez mais bancos enxergam o investimento em tecnologias de business intelligence e analytics como uma prioridade para seu negócio. Essa foi a descoberta de um estudo realizado pela consultoria Ovum, que ranqueou o BI e analytics como a maior urgência de investimentos em TI no setor bancário, com 29% dos bancos apontando o tema como uma prioridade – mais até do que o investimento em segurança, com 28%.

A preferência por esse caminho se deve, segundo a Ovum, pela necessidade em conquistar benefícios de serviços bem desenvolvidos no online e mobile.

“Apesar da segurança ainda tomar espaço no orçamento corporativo dos bancos, o papel do business intelligence e analytics emergiu como uma área crítica para o ano de 2015”, afirmou a consultoria.

As últimas pesquisas da Ovum revelaram que os bancos vão aumentar 43% os gastos em TI este ano em comparação com 2014 – devendo saltar de $131 bilhões em 2015 para $157 bilhões em 2019.

No Brasil, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), divulgou pesquisa que aponta o aumento nos investimentos de bancos e instituições financeiras em produtos e serviços voltados para tecnologia. O índice que o estudo revelou sinaliza um aumento de 11% em relação a 2014, atingindo um percentual de 18% do total de gastos com TI.

A firma Ovum indicou que os gastos deverão ser sentidos em muitos aspectos das instituições bancárias, mas o online e o mobile deverão ser áreas prioritárias nos investimentos.

O setor de TI deve se envolver nesse cenário, não apenas para providenciar o serviço, mas também para inovar suas aplicações e processos. Executivos devem olhar o TI como um papel fundamental para responder rapidamente às mudanças que ocorrem no cenário tecnológico. Nesse sentido, a modernização de serviços não deve implicar apenas em trabalhos com planejamento em curto prazo, realizados na pressa para cumprir prazos ou para mirar objetivos rentáveis rapidamente.

As expectativas dos clientes continuarão a evoluir sempre, exigindo melhorias constantes e desenvolvimento sólidos das infraestruturas necessárias no futuro.

Com Computer Weekly