Spear Phishing: Uma das ameaças mais efetivas

[av_slideshow_full size=’entry_without_sidebar’ min_height=’0px’ stretch=” animation=’slide’ autoplay=’false’ interval=’5′ control_layout=’av-control-default’ src=” attachment=” attachment_size=” position=’top left’ repeat=’no-repeat’ attach=’scroll’]
[av_slide_full slide_type=’image’ id=’9636′ video=’http://’ mobile_image=” video_format=” video_ratio=’16:9′ title=” custom_title_size=” custom_content_size=” caption_pos=’caption_bottom’ link_apply=” link=’lightbox’ link_target=” button_label=’Click me’ button_color=’light’ link1=’manually,http://’ link_target1=” button_label2=’Click me’ button_color2=’light’ link2=’manually,http://’ link_target2=” font_color=” custom_title=” custom_content=” overlay_opacity=’0.5′ overlay_color=” overlay_pattern=” overlay_custom_pattern=”][/av_slide_full]
[/av_slideshow_full]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

[/av_textblock]

[av_textblock size=” font_color=’custom’ color=’#161515′]

Spear Phishing: uma das ameaças mais efetivas
 

O que é Spear Phishing?

 Spear phishing é um ataque  de phishing pequeno e direcionado, focado em uma pessoa, grupo de pessoas, ou organização específica com o objetivo de penetrar suas defesas. 

É executado após um processo de pesquisa sobre o alvo e tem algum componente personalizado através de engenharia social inteligente e relevante, projetado para fazer o alvo executar alguma ação contra seus próprios interesses (como clicar em um link ou baixar um arquivo malicioso, ou até efetuar transferências bancárias). 

Normalmente esses ataques têm origem em alguma fonte confiável para o usuário – como um e-mail ou website com o qual ele habitualmente interage – e que tenha sido comprometida, ou pela qual o atacante esteja se passando. 

Por exemplo, se você vai participar de algum evento em São Paulo, mas faz check-in no Facebook no Rio de Janeiro, um atacante pode te enviar a seguinte mensagem: “Oi, Sérgio! Soube que você está indo para São Paulo na semana que vem.Enquanto você estiver lá, vale a pena visitar esse restaurante maravilhoso, tenho certeza de que você vai gostar!” 

Nesse caso, a mensagem de e-mail ou em redes sociais (link de post de redes sociais) – onde os ataques são cada vez mais comuns – pode vir acompanhada de um link para o site do suposto restaurante, ou um PDF do suposto cardápio, ambos, claro, maliciosos. 

Por um lado, um ataque de phishing comum pode ser algo como “você é o usuário número X do nosso serviço, clique aqui e insira seus dados para obter seu prêmio”, uma mensagem genérica, enviada a uma imensa base de vítimas.

Já o spear phishing, por ser baseado em pesquisa e orientado por engenharia social, costuma se dirigir à vítima por nome e/ou cargo e tratando sobre um assunto que interesse ou seja pertinente ao contexto da vítima.

O Spear phishing é muito mais difícil de detectar do que o phishing comum

Assim, é muito mais difícil não só de ser identificado, como também reportado (tornando-se conhecido), do que um ataque de phishing comum, porque levanta menos suspeitas já que é direcionado e atinge um número menor de vítimas em potencial a cada campanha, quando comparado ao phishing regular. 

Ataques como estes têm por objetivo roubar informações pessoais como login, senhas, dados do cartão de crédito, ou mesmo dados sensíveis de uma organização, como sua base de clientes e contatos, dados desses clientes, e dados internos da organização em si.  

Quando os ataques são bem-sucedidos e as informações são efetivamente roubadas, elas podem ser usadas para manipular preços de ações, efetuar transferências bancárias, assumir identidades, revelar segredos industriais ou governamentais, espionar concorrência, dentre outras possibilidades.  

Diversas formas de ataque…

 Além de vir por mensagens personalizadas, que podem chegar por e-mail ou redes sociais, por exemplo, spear phishing pode ser conduzido aproveitando-se de um watering hole em websites comprometidos, explorando vulnerabilidades zero-day altamente cobiçadas.  

Um ataque watering hole é um exploit de segurança em que o atacante procura comprometer um grupo específico de usuários finais (como o time financeiro de determinada empresa, ou o departamento de inspeção de uma agência governamental específica), infectando sites que eles normalmente visitam. 

O objetivo é infectar o computador de um usuário-alvo e obter acesso à rede no local de trabalho do mesmo. O termo “zero-day” refere-se à natureza desconhecida da vulnerabilidade (a não ser para os hackers). Este ponto cego de segurança é então explorado por hackers antes que o servidor tenha conhecimento e possa corrigi-lo. 

Vale lembrar que o atacante nem sempre rouba seus dados na hora, às vezes o spear phishing é porta de entrada para um ataque ainda pior: segundo a TrendMicro91% dos ciberataques com alvo específico começam com um email de spear phishing, sendo eles a isca mais comum de infiltração de Ameaças Avançadas e Persistentes (APTs).

Spear Phishing é o maior vetor de advanced persistent threats

APTs usam malwares sofisticados para permanecerem numa rede por muito tempo, adaptando-se às defesas dela de modo a permanecer não-detectado enquanto procura a melhor forma de obter as informações cobiçadas. 

Os ataques APTs que entram em uma organização através spear phishing representam uma mudança clara na estratégia dos cibercriminosos.

Eles não precisam mais de campanhas de spam em massa já que a efetividade de um ataque de spear phishing bem feito é muito maior, sendo ele essencial para fazer com que indivíduos com acesso privilegiado (que normalmente têm algum treinamento de boas práticas de segurança) sejam fisgados pela fraude que parece ser completamente legítima.
 

Os segmentos mais afetados

 Ainda de acordo com a TrendMicro, em contextos de empresas ou organizações governamentais, as pessoas normalmente compartilham arquivos (como relatórios, documentos, e currículos) por e-mail, já que fazer download da internet é mal visto. Por isso, esse tipo de lugar recebe mais spear phishing por anexo de email do que qualquer outro meio. 

Já os sem anexos, com link para download de um arquivo, por exemplo, costumam ser enviados para organizações não-governamentais, grupos de ativistas e organizações internacionais que ficam localizadas em diversos pontos ao redor do mundo, de modo que um link para download de arquivo de localização remota não parece suspeito. 

Governos, ativistas, e empresas do setor financeiro são as três verticais mais afetadas por ataques de spear phishing como meio para uma APT.

Isso se dá, provavelmente, por conta da quantidade de informações publicamente disponíveis sobre estas organizações, inclusive as de contato direto e sobre seus colaboradores. 

Entretanto, negócios menores, com menos defesas e menos preparação de segurança, são alvos mais fáceis para conseguir quantias de dinheiro rapidamente, e os ataques contra as pequenas empresas continuaram a crescer.

Um dos métodos mais comuns nestes casos, chamamos também de CEO Fraud ou Whaling. São ataques de spear phishing focados em equipes financeiras e de contabilidade, afirmando partirem do CEO, requisitando transferências de grandes quantidades de dinheiro.

Nenhum negócio está livre do risco

Isso mostra que nenhum negócio é sem risco. Atacantes motivados puramente por lucro podem ser tão tecnicamente sofisticados e bem organizados como qualquer instituição patrocinada por governos, para ataques de cunho político.
 

Para começar a se proteger 

Deve-se sempre lembrar que os atacantes só têm que ter sucesso uma vez, enquanto as empresas devem bloquear múltiplas tentativas de ataque para permanecerem seguras. As empresas devem começar a pensar sobre o que fazer quando (e não “se”) tal violação ocorrer. A primeira dica, portanto, é: assuma que você será atacado. 

Porém, a maioria das soluções tradicionais não está preparada para lidar com as ameaças avançadas, como ransomwaresspear phishingvulnerabilidades zero-day e APTs. Antes que um antivírus tradicional possa detectar e parar um ataque, o ransomware já criptografou todos os arquivos e bloqueou o acesso ao sistema. Nesse sentido, os softwares de próxima geração, ou next-generation antivirussão as melhores ferramentas para proteger o seu negócio. 

NGAV tem uma visão centrada no sistema de segurança de endpoint, examinando todos os processos em cada extremidade para detectar e bloquear as ferramentas, táticas, técnicas e procedimentos maliciosos usados pelos atacantes, através de algoritmos, o que o torna mais adequado para lidar com esse tipo de ameaça complexa. 

Entretanto, vale lembrar que uma plataforma de TI só é segura até onde os usuários fazem dela segura. Em outras palavras, você é tão seguro quanto o seu elo mais fraco, que, já sabemos, na maioria esmagadora das vezes, é o fator humano.

Por isso, os funcionários precisam ser treinados devidamente quando o assunto é segurança. Conscientização de segurança deve ser a sua primeira linha de defesa contra todos os tipos de phishingspear phishing, e outras diversas ameaças contra a segurança da sua empresa. 

Cibercriminosos estão aumentando seus recursos para explorar qualquer informação pessoal descoberta através de engenharia social.

A partir do momento em que qualquer um pode virar um alvo de um ataque de spear phishing, combater esta ameaça requer treinamentos de conscientização contínuos para todos os usuários para que, por exemplo, eles sejam cuidadosos com o que eles compartilham, de modo que evitem revelar informações pessoais online para não se tornarem vítimas de roubo de identidade. 

Um exemplo recente de ataque de phishing

No início de 2018, a Politico reportou que o Departamento de Estado dos Estados Unidos (United States Department of State) teria enviado um alerta a seus funcionários sobre uma ‘tsunami’ de mensagens maliciosas para levar colaboradores a abrirem as portas para hackers. 

De acordo com a mensagem enviada pelo Departamento de Estado, os cibercriminosos estavam usando como assunto do e-mail de spear phishing uma menção a uma conferência de ciências políticas, ou uma conferência de tecnologia, de modo a tentar as vítimas a clicarem nos links para download de anexos infectados. Outros assuntos ainda mencionavam segredos de mercado financeiro. 

Na época, o Departamento de Estado não confirmou se havia ou não enviado o alerta, mas declarou que seus funcionários são frequentemente alertados em treinamentos de cibersegurança e por notificações a estarem sempre alertas para atividades suspeitas que podem ter o Departamento de Estado como alvo. 

Como vimos, funcionários do Departamento de Estado dos Estados Unidos precisam ser treinados em cibersegurança, fazer treinamentos regulares, e estarem alertas e conscientizados… e os seus estão preparados? E você? 

E, por isso, a segunda dica é… 

 …Conscientização! Ela é a chave para a proteção. Isso porque não há firewall que impeça um ser humano de ser vítima de um golpe de engenharia social, ou de descuido e distração, ou mesmo de ter uma iniciativa maliciosaA forma como agimos e nos comportamos é a única maneira de nos resguardarmos.

Conscientização é a chave para a proteção

Para isso, fique atento a algumas medidas fundamentais: 

  • Usar senhas fortes: são as que contêm letras maiúsculas e minúsculas, números, e caracteres especiais. Elas demoram muito mais para serem quebradas por programas e algoritmos; 
  • Altere suas senhas com frequência; 
  • Não use a mesma senha para mais de um aplicativo, sistema ou website: uma para cada login, já que ter senhas variadas impede a exposição de todas as suas contas se uma delas vazar; 
  • Tenha um gerenciador de senhas para administrar senhas fortes e variadas sem precisar decorá-las, de modo que você pode gerar novas senhas aleatoriamente (que não significam nada para você e não serão adivinhadas por engenharia social), além de não precisar anotar em uma planilha ou até em um papelzinho, e pode inseri-las automaticamente; 
  • Use um gerenciador de senhas para compartilhar informações de login com segurança e privacidade com o time; 
  • Não clicar em links suspeitos: ao passar o cursor do mouse em cima de um hiperlink, você verá seu URL. Se for encurtado (bit.ly), por exemplo, pode ser uma fraude. 
  • Não abrir anexos não solicitados: eles podem possuir malwares ou documentação falsa, como um boleto fraudulento; 

Pode parecer muita coisa para se lembrar, muito trabalho a fazer, mas na verdade, tudo isso é uma questão de hábito, que será facilitada pela atuação de um programa de conscientização sólido, como o PSAP da PROOF.  

Ter a certeza de que seus funcionários estão atentos e conscientes faz de um programa de conscientização um recurso valioso para garantir que toda a empresa receba treinamento, educação e conscientização apropriados em consonância com as políticas e procedimentos organizacionais da empresa.
 

Conclusão 

spear phishing vem crescendo e se diversificando: não atinge mais apenas organizações gigantes, governos, e ativistas. Muito pelo contrário, é um método extremamente efetivo contra pequenos e médios negócios que ainda caminham os primeiros passos em direção a boas práticas de segurança. 

Ninguém está livre e todos são alvos. Muitas vezes o spear phishing não se encerra no ataque, roubo e publicação da informação, porque como vimos, é o maior vetor de APTs atual, e os riscos associados são substanciais.

São muito mais difíceis de serem identificados por sua característica de foco e especificidade e, por isso, são muito mais efetivos que o phishing comum. 

Apesar de ser uma ameaça amplamente conhecida, da qual conhecemos muitos métodos, técnicas e ferramentas, muitas pessoas e organizações continuam caindo e os números relativos aos prejuízos gerados – tanto em valor quanto em quantidade – continuam a aumentar.

Isso mostra o despreparo que ainda existe, enfatizando a importância do treinamento e capacitação dos colaboradores no que diz respeito à identificação de ameaças modernas e complexas como essa. 

Não há questão de ‘se’ alguém pode ser vítima de cibercrime e, especialmente, do cada vez mais popular spear phishing; e sim de ‘quando’.

Mas não há ferramenta digital – seja antivírus ou firewall – que funcione contra engenharia social. Seus colaboradores estão afiados? Você conhece as ameaças? Você está preparado? 
[/av_textblock]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

Gostou do conteúdo? Que tal dar uma olhada no nosso blog? 😉

[/av_textblock]

[av_postslider link=’post_tag,250′ columns=’3′ items=’9′ offset=’0′ contents=’title’ preview_mode=’custom’ image_size=’entry_without_sidebar’ autoplay=’no’ interval=’5′]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_icon_box position=’top’ boxed=” icon=’ue8d2′ font=’entypo-fontello’ title=’PRODUÇÃO DE CONTEÚDO’ link=’manually,http://www.proof.com.br/material-rico/’ linktarget=” linkelement=’both’ font_color=” custom_title=” custom_content=” color=’custom’ custom_bg=’#1f211f’ custom_font=” custom_border=”]

PROOF está se posicionando no mercado como uma empresa referência em segurança e produção de conteúdo relevante. Nosso objetivo é disseminar e compartilhar conhecimento para contribuir ao máximo no amadurecimento do mercado de segurança no Brasil. Isso porque, nós da PROOF, como uma empresa atenta às inovações do mercado de cibersegurança, estamos sempre nos atualizando das principais tendências tecnológicas do mundo, além dos novos vetores de ataque por parte da indústria do cibercrime.

[/av_icon_box]

[av_one_fifth first min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]
[/av_one_fifth]

[av_three_fifth min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/THREAT-ANATOMY-REPORT.png’ attachment=’8902′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=” target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=’on-hover’ overlay_opacity=’0.7′ overlay_color=’#1f211f’ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’]
WANNACRY THREAT ANATOMY REPORT
[/av_image]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_button_big label=’BAIXE O THREAT ANATOMY REPORT’ description_pos=’below’ link=’manually,https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms/files/9568/1507148257WannaCry_Threat-Reportd.pdf’ link_target=” icon_select=’yes-left-icon’ icon_hover=’aviaTBicon_hover’ icon=’uf130′ font=’flaticon’ custom_font=’#e7e6e6′ color=’custom’ custom_bg=’#1f211f’ color_hover=’custom’ custom_bg_hover=’#fc9a1a’][/av_button_big]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]
[/av_three_fifth]

[av_one_fifth min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]
[/av_one_fifth]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_one_third first min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]

[av_image src=’https://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/A5_-_7_dicas_contra_phishing_durante_o_período_de_IR-300×211.png’ attachment=’7049′ attachment_size=’medium’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/info-ransomware’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

PHISHING NO PERÍODO DE IMPOSTO DE RENDA

[/av_textblock]

[/av_one_third][av_one_third min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]

[av_image src=’https://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/thumb_phishing-calendar-300×211.png’ attachment=’7050′ attachment_size=’medium’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/buyers-guide-mssp’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

PHISHING CALENDAR

[/av_textblock]

[/av_one_third][av_one_third min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]

[av_image src=’https://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/thumb_phishing-facts-300×211.png’ attachment=’7051′ attachment_size=’medium’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/ebook-ransomware’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

PHISHING FACTS

[/av_textblock]

[/av_one_third][av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_social_share title=” style=” buttons=”]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_comments_list]

[av_one_third first min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”][/av_one_third]

Segurança em redes sociais: marcas, privacidade, e reputação. Seu negócio está blindado?

[av_slideshow_full size=’entry_without_sidebar’ min_height=’0px’ stretch=” animation=’slide’ autoplay=’false’ interval=’5′ control_layout=’av-control-default’ src=” attachment=” attachment_size=” position=’top left’ repeat=’no-repeat’ attach=’scroll’]
[av_slide_full id=’9612′][/av_slide_full]

[/av_slideshow_full]

[av_textblock size=” font_color=’custom’ color=’#000000′]

Segurança em redes sociais: marcas, privacidade, e reputação. Seu negócio está blindado?

As redes sociais são uma das maiores revoluções da comunicação moderna. Pessoas se conectam com uma facilidade sem precedentes, e, obviamente, empresas e estratégias de marketing surfam esta mesma onda de facilidade de comunicação e conexão. 

Mídias sociais podem ser plataformas riquíssimas para construir relações sólidas com sua base de clientes não só pela facilidade imediata de comunicação, mas pela possibilidade de atingir uma base enorme de pessoas. 

Entretanto, nem tudo são flores no reino das social medias, e com um grande número de usuários, vêm grandes vulnerabilidades. Segurança em redes sociais é fundamental para proteção da informação da empresa, se estendendo, inclusive, à sua imagem, reputação no mercado, e à privacidade de seus clientes. 

Em relação a números, o Facebook, só para citar um exemplo bem familiar, contabiliza bilhões de usuários.

Já em relação a relevância, as redes sociais têm, hoje, papel fundamental na vida de todos, já que além do compartilhamento de milhares de memes, estão influenciando relacionamentos, eleições, revoluções, e relações comerciais e profissionais.

Por isso mesmo, muitos clientes estão engajados com marcas online, seja para acompanhar as que já gostam, reclamar de serviços e produtos, ou ficar atualizado em relação a ofertas; assim, as redes sociais mostram-se uma plataforma importantíssima de comunicação de negócios. 

Mas isso você já sabia, e são grandes as chances de que parte do seu orçamento de marketing seja direcionado para comunicação em mídias sociais; mas e com a segurança em redes sociais, você se preocupa? Toda nova tecnologia ou processo adotado por um negócio deve ser protegido, como é de boa prática. 

E com as redes sociais, isso não é diferente, afinal, é onde as pessoas passarão mais de 5 anos de suas vidas, de acordo com a MediaThinx. Mesmo assim, muitas empresas ainda não percebem a importância urgente da segurança em redes sociais.

Partindo do pressuposto que redes sociais aproximam a comunicação entre pessoas e entre marcas e clientes por seu caráter relacional, elas são também um campo aberto de ataque onde hackers estão virtualmente muito mais próximos de suas vítimas do que jamais estiveram.

As relações estabelecidas nessas plataformas são de confiança e de troca, o que torna as pessoas muito mais propensas a acreditarem na legitimidade de mensagens e postagens em redes sociais. 

E por que isso é relevante? 

Bem, de acordo com a Norton, mais de um terço dos funcionários de uma empresa aceita pedidos de amizade de pessoas que não conhecem em redes sociais.

De acordo com relatório da Ciscogolpes em redes sociais são a maneira mais comum de se penetrar uma rede. Com as informações corretas sobre o usuário, normalmente disponíveis publicamente em redes sociais (como hobbies, interesses, área de atuação, família e amigos), atacantes podem criar ataques de engenharia social ou de spear phishing, por exemplo, feitos sob medida para ele.  

Assim, o comportamento de colaboradores em redes sociais tem o potencial de comprometer a segurança de sua rede interna. Pior ainda, de acordo com a Symantec, incidentes ocorridos em mídias sociais configuram um prejuízo médio de quase 4 milhões às organizações que sofrem ataques ou deslizes de imagem. 

Outro complicador desse processo é o uso de múltiplos aparelhos na rede da empresa. Colaboradores acessam redes sociais não apenas nos computadores da empresa, mas também em seus dispositivos pessoais, como smartphones, tablets, e laptops. Ainda assim, estes estão conectados à rede da empresa e podem ser vetores de entrada de ataques via redes sociais.

É por essa razão que é tão importante que seus funcionários – inclusive altos executivos, que podem ser alvo de spear phishing (link) em redes sociais – estejam preparados para atuar contra as mais diversas ameaças de segurança que encontrarão todos dias 

Para isso, um programa de conscientização de segurança da informação é essencial para que seus hábitos possam ser de fato impactados ao aprenderem a se portar de acordo com as boas práticas, inclusive quando se fala de segurança em redes sociais. 

Alguns passos para orientar o comportamento de seus colaboradores no uso de redes sociais são: 

  • No Facebook, remova aplicativos fora de uso ou que não se lembra de ter permitido acesso; 
  • Só aceite pedidos de amizade no Facebook e conexões no LinkedIn de pessoas que você tem certeza que conhece; 
  • No Facebook, cheque notificações de aniversário todos os dias – elas são um ótimo atalho para se lembrar de quem integra sua rede e se essas pessoas são ou não relevantes para você; 
  • Principalmente no Twitter, uma das redes sociais mais públicas, não poste imagens que indiquem que você está fora de casa ou do trabalho por longos períodos; 
  • No Twitter, só siga pessoas que você conhece e em que confia – e apenas marcas e celebridades verificadas; 
  • No LinkedIn, cuidado com mensagens de recrutamento que contenham links, peçam informações pessoais, ou exijam pagamento; 
  • Em todas as redes, fique ligado para identificar contas falsas e posts fraudulentos, e não abra links enviados por contas desconhecidas, ou arquivos não-solicitados. 

 

Pronto, agora sua empresa estará completamente blindada contra incidentes em redes sociais, certo? Errado. 

 De fato, menos vulnerabilidades serão exploradas, porque você já terá começado a se proteger. Mas nem só de golpes direcionados a colaboradores se fazem incidentes em redes sociais.

Há muitos outros tipos de percalços gerados à sua empresa em redes sociais com os quais você tem de se preocupar. O maior deles é o dano à imagem e reputação da sua empresa. 

Claro que se sua rede for invadida e informações forem vazadas por conta de um ataque de phishing isso também gera um dano monstruoso à reputação da empresa, mas estamos falando aqui de outros tipos de golpe ou até deslizes de dentro da empresa que poderiam ser prevenidos ou resolvidos mantendo boas práticas de segurança em redes sociais. Isso inclui incidentes como:

  • Um funcionário ou ex-funcionário insatisfeito usa perfis da empresa aos quais ainda tem acesso para publicar conteúdo ofensivo ou calunioso; 
  • Um perfil falso que alega ser da empresa recolhe informações ou aplica golpes em clientes; 
  • Funcionários que usam redes sociais para se comunicar sobre assuntos internos da empresa; 
  • Um CFO que publica que está saindo satisfeito de uma reunião de orçamento que, revelando uma informação sensível; 
  • Ou o efetivo sequestro de um perfil de rede social de uma marca (o pior cenário possível). 

 Assim, o monitoramento de todos esses aspectos mostra-se fundamental, já que ataques em redes sociais podem ser extremamente danosos às 3 maiores categorias de risco de segurança que uma empresa enfrenta: privacidade, informação, e de reputação. 

Alguns dos danos citados podem ser considerados deslizes cometidos por colaboradores, como o caso do CFO ou dos funcionários que usam redes para comunicação de assuntos de trabalho, o que pode ser resolvido com um programa de conscientização como o PROOF Security Awareness Program, que inclui material sobre segurança em redes sociais. 

Contudo, outros exemplos apontados dizem respeito a algo que parece fora do controle das marcas: fraudes em que uma conta se passa pela conta oficial de uma empresa e assim se relaciona com seus clientes. Nesses casos, contas se mascaram de marcas reais – usam logo, nome – e interagem com seus seguidores e com possíveis clientes com o intuito de extorquir ou roubar dados ou dinheiro. 

Assim, não só os possíveis clientes são afetados, mas também aqueles que já interagem com e seguem a marca. Mesmo que depois descubram o golpe e provem que a marca não teve relação com isso, as pessoas afetadas passam a associar a empresa à experiência negativa pela qual passaram. 

Golpistas normalmente tentam se passar por áreas como suporte técnico, aquisição de talentos, e comercial (com ofertas promocionais e cupons falsos, por exemplo). Golpes que envolvem processos de recrutamento, por exemplo, são aqueles que fingem ser de empresas de grande procura, em indústrias como petróleo e gás, mercado financeiro e tecnologia, e que cobram taxas de inscrição em processos seletivos que na verdade não existem ou para supostamente inscrever currículos em bancos de dados.

Por esta razão é importante que empresas sempre sejam claras e informem publicamente sobre seus processos de seleção e se cobram por eles ou não.

Ataques específicos e direcionados (link pro artigo spear phishing) costumam ser os mais efetivos, e redes sociais são uma excelente ferramenta de segmentação de base de usuários. Assim, baseado nas informações publicadas por perfis pessoais de clientes de empresas, golpistas podem identificar o tipo de pessoa que é cliente de uma empresa, ou até subdividir a base em personas e assim fazer ações sob medida para cada tipo de público e tornar seus ataques ainda mais eficientes. Deste modo, o ciclo de ataque é também mais rápido e os criminosos podem inclusive sumir com mais rapidez depois de executados os golpes.

Identificar essas contas falsas pode ser muito complexo, pois elas podem ser criadas, executadas, e ter seus rastros apagados em intervalo de poucos dias ou horas. São ataques que atraem as pessoas por oferecerem algum tipo de vantagem, seja ela financeira ou de outra natureza, fazendo uso da credibilidade conferida pela identidade visual e nome de uma marca para passar a impressão de legitimidade.

Por isso ferramentas de automação podem ser uma boa solução. Elas analisam nomes de contas, nomes de usuário, campo de biografia, foto de perfil e de capa e outros fatores em tempo real e em escala para determinar se é uma conta falsa e maliciosa, ou apenas de fã ou paródia, por exemplo. 

Com isso, a empresa pode formalmente requerer que as plataformas tomem providências para desativar contas fradulentas que podem ser prejudiciais à sua imagem, contribuindo assim para um ambiente online mais saudável e tornando a segurança em redes sociais mais robusta para todos.
 

De novo, no entanto, não para por aí. 

Você achou mesmo que uma rede que oferece tantos recursos positivos, como estabelecer contato com pessoas ao redor do mundo, apagando fronteiras de distância, oferecendo uma extensa variedade de vídeos de gatinhos e de fotos constrangedoras, não teria também um potencial imenso para problemas?

Um dos tipos mais curiosos de golpe, e aí a empresa em si pode cair (e não apenas ser vítima por atividade de terceiros), se dá quando atacantes fingem ser os próprios sites das redes sociais, oferecendo a possibilidade de verificação da conta do negócio (o ícone que faz a distinção entre marcas e usuários reais e possíveis paródias ou perfis falsos), mas são na verdade ações de phishing para contas corporativas. 

Nesses casos, é possível que as informações fornecidas sejam suficientes para se ganhar acesso aos perfis empresariais, e assim tem-se em mãos um incidente de highjacking.

Highjacking é o pior cenário de todos: quando sua maior arma de construção de marca vira-se contra você. É quando a conta ou perfil da marca é sequestrado, tomado, por cibercriminosos. Este tipo de acontecimento destrói a confiança dos clientes na marca e em suas práticas de segurança. 

Como confiar suas informações pessoais a uma empresa que sequer consegue proteger os próprios dados? Toda relação se baseia em confiança, e a relação entre cliente/usuário e marca não é diferente. E isso é ainda mais grave em indústrias onde a privacidade e a segurança da informação são da natureza do negócio, como em indústrias de finanças, saúde, e comércio eletrônico, por exemplo. 

Ademais, para mitigar o dano gerado pela perda de confiança, passa-se por uma crise de relações públicas com altos custos de recursos valiosos, como tempo, seguidores, engajamento, e dinheiro. 

Por isso, é sempre bom saber algumas das medidas que podem ser tomadas para garantir a segurança em redes sociais para contas e perfis do negócio, não apenas dos colaboradores, lembrando sempre da máxima: quanto mais pessoas têm acesso a qualquer sistema ou conta, maior o risco ao qual está exposto. 

Os itens que listamos no começo do artigo para segurança em redes sociais de indivíduos também se aplicam nessa realidade, mas vale ressaltar mais alguns pontos: 

  • Tenha senhas fortes, de preferência com o apoio de um gerenciador de senhas, e altere-as com frequência; 
  • Use um gerenciador de senhas para compartilhar informações de login com segurança e privacidade com o time; 
  • Use autenticação de dois fatores; 
  • Use uma plataforma de gerenciamento de redes sociais para concentrar todas as atividades de publicação em uma única fonte; 
  • Lembre-se que tudo que é postado é público e está disponível para toda a rede; 
  • Não clique em mensagens suspeitas ou pedidos de conexão de aplicativos não-solicitados; 
  • Verifique se o site da rede social onde você está fazendo login é legítimo; 
  • Configure medidas de monitoramento dos perfis e contas (assim como se faz com redes e sistemas).

Por fim, estar preparado é a chave para estar protegido. Por isso, ter colaboradores conscientizados acerca das boas práticas de segurança, e estabelecer diretrizes de segurança em redes sociais (inclusive planos de reação e contingência) na Política de Segurança da Informação da empresa (e mantê-lo atualizado) são os passos mais fundamentais que seu negócio deve tomar para garantir a privacidade de seus dados e de seus clientes, e sua reputação íntegra nesse ambiente tão rico de comunicação e construção de marca que são as redes sociais.
[/av_textblock]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

Gostou do conteúdo? Que tal dar uma olhada no nosso blog? 😉

[/av_textblock]

[av_postslider link=’post_tag,250′ columns=’3′ items=’9′ offset=’0′ contents=’title’ preview_mode=’custom’ image_size=’entry_without_sidebar’ autoplay=’no’ interval=’5′]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_icon_box position=’top’ boxed=” icon=’ue8d2′ font=’entypo-fontello’ title=’PRODUÇÃO DE CONTEÚDO’ link=’manually,http://www.proof.com.br/material-rico/’ linktarget=” linkelement=’both’ font_color=” custom_title=” custom_content=” color=’custom’ custom_bg=’#1f211f’ custom_font=” custom_border=”]

PROOF está se posicionando no mercado como uma empresa referência em segurança e produção de conteúdo relevante. Nosso objetivo é disseminar e compartilhar conhecimento para contribuir ao máximo no amadurecimento do mercado de segurança no Brasil. Isso porque, nós da PROOF, como uma empresa atenta às inovações do mercado de cibersegurança, estamos sempre nos atualizando das principais tendências tecnológicas do mundo, além dos novos vetores de ataque por parte da indústria do cibercrime.

[/av_icon_box]

[av_one_fifth first min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]
[/av_one_fifth]

[av_three_fifth min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/THREAT-ANATOMY-REPORT.png’ attachment=’8902′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=” target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=’on-hover’ overlay_opacity=’0.7′ overlay_color=’#1f211f’ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’]
WANNACRY THREAT ANATOMY REPORT
[/av_image]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_button_big label=’BAIXE O THREAT ANATOMY REPORT’ description_pos=’below’ link=’manually,https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms/files/9568/1507148257WannaCry_Threat-Reportd.pdf’ link_target=” icon_select=’yes-left-icon’ icon_hover=’aviaTBicon_hover’ icon=’uf130′ font=’flaticon’ custom_font=’#e7e6e6′ color=’custom’ custom_bg=’#1f211f’ color_hover=’custom’ custom_bg_hover=’#fc9a1a’][/av_button_big]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]
[/av_three_fifth]

[av_one_fifth min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]
[/av_one_fifth]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_social_share title=” style=” buttons=”]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_comments_list]

Você sabe a diferença entre um programa e uma campanha de conscientização?

[av_slideshow_full size=’entry_without_sidebar’ min_height=’0px’ stretch=” animation=’slide’ autoplay=’false’ interval=’5′ control_layout=’av-control-default’ src=” attachment=” attachment_size=” position=’top left’ repeat=’no-repeat’ attach=’scroll’]
[av_slide_full slide_type=’image’ id=’9594′ video=’http://’ mobile_image=” video_format=” video_ratio=’16:9′ title=” custom_title_size=” custom_content_size=” caption_pos=’caption_bottom’ link_apply=” link=’lightbox’ link_target=” button_label=’Click me’ button_color=’light’ link1=’manually,http://’ link_target1=” button_label2=’Click me’ button_color2=’light’ link2=’manually,http://’ link_target2=” font_color=” custom_title=” custom_content=” overlay_opacity=’0.5′ overlay_color=” overlay_pattern=” overlay_custom_pattern=”][/av_slide_full]
[/av_slideshow_full]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

Você sabe a diferença entre um programa e uma campanha de conscientização de segurança?

É de conhecimento geral que nem todas as empresas dedicam orçamentos adequados para segurança da informação. Mesmo as que investem em segurança, pouco alocam seus recursos para ações voltadas à educação de seus usuários.

Até mesmo as empresas com mais maturidade, que possuem práticas orientadas à capacitação de seus colaboradores, não entendem a diferença entre um programa e uma campanha de conscientização.

Entender essa diferenciação e aplicar no contexto que melhor se encaixa pra realidade da empresa é fundamental para promover a conscientização de forma assertiva.

Isso porque cada um tem seu propósito, e ambos são eficientes para o que se propõem a fazer. Para clarear a diferença entre uma campanha e um programa, vamos pensar em uma analogia com a proteção da saúde:

Muitas vezes ouvimos por aí algo sobre uma campanha de vacinação ocorrendo em postos de saúde. Essas campanhas cumprem seus objetivos muito bem: as pessoas são chamadas a se vacinarem, são vacinadas, e estão imunizadas. Um exemplo seria a Campanha Nacional de Vacinação Anual Contra a Poliomielite.

Isto é diferente de um programa de vacinação, como o Programa Nacional de Imunizações. O programa coordena diversas iniciativas que contribuem para um objetivo mais abrangente: a imunização por prevenção de diversas doenças.

O programa compreende atividades coordenadas que são planejadas de acordo com as melhores especificações médicas e as necessidades da população em questão.

De acordo com o próprio Ministério da Saúde“O PNI (Programa Nacional de Imunizações) define os calendários de vacinação considerando a situação epidemiológica, o risco, a vulnerabilidade e as especificidades sociais, com orientações específicas para crianças, adolescentes, adultos, gestantes, idosos e povos indígenas. E, para que o programa continue representando um sucesso na saúde pública, cada vez mais esforços devem ser despendidos.  Todas as doenças prevenidas pelas vacinas que constam no calendário de vacinação, se não forem alvo de ações prioritárias, podem voltar a se tornar recorrentes.”

Com isso, é possível perceber que a diferença entre uma campanha de conscientização e um programa, é que o programa é uma atividade constante e essencial para a prevenção de doenças e proteção da saúde. Já as campanhas são pontuais (mesmo que eventualmente se repitam), e localizadas no tempo. Campanhas, por definição, são datadas e têm começo, meio, e fim.

 Os programas, por outro lado, baseiam-se em:

Continuidade – programas perduram no tempo e são um esforço contínuo para um objetivo. É uma situação na qual o público está envolvido e sendo impactado por um longo período de tempo, sem interrupções no processo lógico;

Manutenção – um programa deve ser cuidadosamente mantido, isto é, estar de acordo com as necessidades do público envolvido e com aquilo que é necessário para seu bom funcionamento e perfeita conservação. Como é duradouro e contínuo, ele precisa se manter útil e íntegro com a passagem do tempo;

Ritmo – os programas costumam ser subdivididos, com ciclos de atividades que fazem sentido em conjunto e em determinada fase lógica do processo, mas que são integradas para estruturar o cenário completo. Cada um desses ciclos tem seu tempo pensado para não exaurir as atividades do programa e mantê-lo relevante;

Reavaliação – por falar em relevância, para se manter útil e cada vez melhor, como um programa é contínuo e tem de ser mantido, ele precisa ser reavaliado, como a cada ciclo, seguindo seu ritmo, por exemplo. Assim, pode-se ter uma melhor noção do que deu certo, do que pode ser adaptado e repensado para cada caso e como ele pode estar sempre em seu estado da arte para o que se propõe a alcançar.

Isso faz com que programas sejam adaptáveis ao cenário de necessidades que se apresentam, e por isso têm resultados mais sólidos.

Vale lembrar também que o planejamento de programas muitas vezes inclui campanhas que quando bem combinadas podem contribuir para a estrutura e os objetivos do programa.

Por esta razão, a campanha de conscientização é mais apropriada a iniciativas pontuais e diretas.

Já os programas são adequados para projetos que almejam objetivos duradouros a médio/longo prazo (que envolvem hábitos e comportamentos, por exemplo), e são executados de forma mais gradual.

A saúde da sua segurança

Entender melhor a diferença entre uma campanha e um programa é essencial para saber o que é melhor para seu negócio quando se trata de segurança da informação. Mas antes de nos aprofundarmos nisso, é preciso falar um pouco sobre ameaças.

Assim como a proteção da sua saúde, a Segurança da Informação não depende só da proteção contra ameaças externas. Existem ataques (assim como doenças) para os quais não há vacinas, e a prevenção tem que ser ativa e partir de você.

Quando falamos de higiene, algumas das iniciativas que você pode tomar para se proteger são:

  • Lavar as mãos com regularidade, em especial ao chegar da rua ou antes de comer, assim como antes e depois de ir ao banheiro;
  • Usar álcool gel;
  • Usar lenços e máscaras descartáveis quando se está doente;
  • Não compartilhar copos ou talheres;
  • Usar preservativos.

Sobre higiene, a maior parte das pessoas sabe por que cada uma das medidas mencionadas é importante para cuidar da saúde e prevenir doenças. Embora devessem também saber a razão de cada um dos passos descritos ser importante para a segurança da informação, isso nem sempre fica muito claro.

Em questão de segurança, algumas dicas para se prevenir contra ameaças são:

  • Bloquear sua máquina ao sair de sua estação de trabalho: seja para ir ao banheiro, tomar um café, pegar um documento na impressora, almoçar, ir a outra sala ou setor; sempre bloqueie sua máquina (o atalho Windows + L faz isso) e não se exponha à possibilidade de que manipulem sua máquina sem sua supervisão;
  • Habilitar autenticação em dois fatores: neste caso, para acessar suas contas, mais do que ter a sua senha, ainda precisaria de sua autorização pelo celular, por exemplo, para se logar. Isso aumenta consideravelmente o seu nível de segurança;
  • Não clicar em links suspeitos: ao passar o cursor do mouse em cima de um hiperlink, você verá a URL na qual será redirecionado. Se a URL for suspeita, ou tiver sido utilizada em encurtador de link (bit.ly, entre outros), desconfie. Existem ferramentas que avaliam a reputação do site (VirusTotal e o  Kaspersky VirusDesk) e desvendam o link original do encurtador (WhereGoes? ou Redirect Detective);
  • Não abrir anexos não solicitados: eles podem possuir malwares ou documentação falsa, como um boleto fraudulento;
  • Não compartilhar credenciais: jamais compartilhe seus credenciais de acesso com outras pessoas, isso previne que terceiros possam logar na sua máquina na sua ausência. Se precisar fazer, use um gerenciador de senhas (Dashlane ou LastPass) para compartilhar as credenciais com direitos limitados, por exemplo;
  • Utilizar senhas fortes: são as que contêm letras maiúsculas e minúsculas, números, e caracteres especiais. Elas demoram muito mais para serem quebradas por programas e algoritmos, ou seja, possuem um nível de segurança muito mais elevado do que senhas simples como 123456 ou qwerty, por exemplo;
  • Não repetir suas senhas: é preciso ter uma para cada login, pelo menos para os serviços mais críticos, já que ter senhas variadas impede a exposição de todas as suas contas se uma delas vazar. E acredite, a quantidade de vazamentos de dados que ocorre é alarmante, sugerimos que você veja isso com seus próprios olhos no site https://haveibeenpwned.com/;
  • Ter um gerenciador de senhas: os dois pontos citados anteriormente podem ser resolvidos com um gerenciador de senhas. Seu objetivo é de administrar senhas fortes e variadas sem precisar decorá-las, de modo que você possa gerar novas senhas fortes aleatoriamente sem precisa guardar em uma planilha ou papel;

Da mesma forma que se você coçar os olhos depois de pegar em dinheiro você estará se expondo, uma brecha de segurança também é criada quando você esquece um documento importante na impressora.

Não há vacina que previna uma conjuntivite; não há firewall que impeça um ser humano de ser vítima de um ataque de engenharia social, ou de descuido e distração, ou mesmo de ter uma iniciativa maliciosa. A forma como agimos e nos comportamos é a única maneira de nos resguardarmos contra ambos.

Programas e Campanhas de conscientização para Segurança da Informação

Agora que você já sabe a diferença entre uma campanha e um programa, se você tem a intenção de que as pessoas mudem seus hábitos passando por processos de conscientização e aprendizado, um programa é uma opção muito melhor que uma campanha.

Uma campanha, como uma ação pontual de disparos de phishing, por exemplo, representa apenas uma fotografia de um momento, e somente um aspecto de um problema que é muito mais profundo e complexo.

Por isso o PSAP – PROOF Security Awareness Program é um programa que abrange diversos aspectos de construção de melhores hábitos de segurança. Para que o fator humano seja mais efetivamente educado e que não represente uma vulnerabilidade mo ambiente, o esforço necessário é maior, mais complexo, e precisa ser contínuo, porque ameaças se renovam, equipes se modificam, e assim o programa precisa ser reciclado para novos contextos.

Assim como uma vacina não te imuniza contra todas as doenças possíveis, e você precisa de várias vacinas em períodos específicos para se manter em dia com sua proteção, a segurança também é feita com base na defesa de vários fronts, e por isso o PSAP é um programa.

Um dos primeiros passos para se implantar um sistema de gestão de segurança da informação é a criação de uma Política de Segurança da Informação na empresa.

Para que isso surta o efeito desejado, é fundamental que os colaboradores não apenas respeitem as políticas, como sejam proativos em questão de segurança.

Isso funciona da mesma forma na questão da saúde. Além das medidas básicas de higiene que citamos como preventivas à vulnerabilidades imunológicas, vale lembrar de um hábito ainda mais fundamental: alimentar-se bem.

Sua alimentação, assim como várias práticas de boa conduta associadas à segurança da informação, depende exclusivamente de você e das escolhas que você toma, e tem consequências diretas na sua vida.

Escolher ser vulnerável é extremamente perigoso para o indivíduo em ambos os assuntos, e no caso da segurança da informação, o perigo para o indivíduo pode significar um perigo para a empresa também.

Contudo, para além desse perigo direto e individual, a falta de um comportamento consciente e preventivo em relação à segurança da informação pode ser prejudicial a todo um grupo, time, ou equipe, e assim enfraquecer e vulnerabilizar a empresa inteira.

Uma credencial fornecida às mãos erradas pode significar um vazamento de dados sigilosos para muito além daqueles dados obtidos. É o mesmo que acontece quando uma pessoa decide não se vacinar.

É que para que uma população se veja de fato protegida contra uma doença, como poliomielite, por exemplo, estão todos sujeitos ao que chamamos de efeito rebanho, ou imunidade de grupo.

Isso se refere à lógica de que quanto menos pessoas são contagiadas por uma doença, menos pessoas vão transmiti-las, num ciclo virtuoso que se retroalimenta até que a doença seja considerada erradicada.

Assim, ao se vacinar, além da vantagem direta da proteção própria, o indivíduo beneficia indiretamente toda uma comunidade, inclusive as pessoas que por alguma razão não possam ser vacinadas e ficam protegidas pelo efeito rebanho.

Da mesma forma, numa empresa em que todos são conscientes e proativos em relação à segurança da informação, todos estão mais protegidos, e a empresa e seus clientes também.

Além disso, a influência do ambiente é de grande relevância para estimular que as boas práticas e comportamentos se mantenham, criando um clima saudável de colaboração nesse sentido. É como o efeito rebanho para a segurança.

Também por esta razão, muito se recomenda que os maiores executivos da empresa ativamente assumam boas práticas de segurança como uma agenda pessoal e da empresa.

Assim, é muito mais natural, orgânico, e efetivo que os colaboradores entendam e abracem a segurança da informação com a importância que ela de fato tem.

PROOF SECURITY AWARENESS PROGRAM

Por esta razão, um programa de conscientização como o PSAP é um recurso valioso para garantir que toda a empresa receba treinamento, educação e conscientização apropriados em consonância com as políticas e procedimentos organizacionais da empresa.

Normalmente, os programas de conscientização de segurança, quando ao menos existem, têm orçamentos mínimos dentro das organizações, e os gerentes de segurança precisam saber como aproveitar ao máximo os recursos limitados que eles possuem.

É um cenário que demanda trabalho árduo, e ensinar segurança é ainda mais complexo por exigir habilidades e conhecimento de técnicas de comunicação que geralmente equipes de TI e segurança não dominam.

Por esta razão é que a maioria dos programas de conscientização de segurança falham: por serem orquestrados e executados por profissionais que não são especializados em comunicar conceitos complexos entendendo como as pessoas funcionam.

Considerando estas dificuldades que se apresentam neste cenário, muitas vezes as empresas optam por campanhas de conscientização, que são mais rápidas, simples, e muitas vezes baratas.

Contudo, como já demonstramos, a principal diferença entre uma campanha e um programa é que o nível de efetividade de ambos a longo prazo não se compara, por conta da necessidade da reestruturação de hábitos das pessoas envolvidas.

Quando se fala de conscientização, e não só demonstração, a consistência, constância, e customização das informações comunicadas precisam ser mais intensas.

Assim, se sua intenção para seu negócio é que ele esteja imunizado em matéria de segurança da informação, um programa como o PSAP pode ser uma melhor solução para você. As vantagens de um programa são exponencialmente maiores quando seus objetivos envolvem a obtenção de resultados duradouros e a longo prazo.

As campanhas são excelentes para problemas pontuais, como poliomielite ou ameaças de phishing; mas são os programas, como o Programa Nacional de Imunização e o PSAP que protegem toda uma comunidade e mudam os hábitos e comportamentos para práticas mais seguras.

Agora que você já sabe a diferença entre uma campanha e um programa, para saber mais sobre como a segurança da informação pode ser muito mais sólida e consistente na sua empresa, visite: http://www.proof.com.br/psap-proof-security-awareness-program/
[/av_textblock]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

Gostou do conteúdo? Que tal dar uma olhada no nosso blog? 😉

[/av_textblock]

[av_postslider link=’post_tag,203′ columns=’3′ items=’9′ offset=’0′ contents=’title’ preview_mode=’custom’ image_size=’entry_without_sidebar’ autoplay=’no’ interval=’5′]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_icon_box position=’top’ boxed=” icon=’ue8d2′ font=’entypo-fontello’ title=’PRODUÇÃO DE CONTEÚDO’ link=’manually,http://www.proof.com.br/material-rico/’ linktarget=” linkelement=’both’ font_color=” custom_title=” custom_content=” color=’custom’ custom_bg=’#1f211f’ custom_font=” custom_border=”]

PROOF está se posicionando no mercado como uma empresa referência em segurança e produção de conteúdo relevante. Nosso objetivo é disseminar e compartilhar conhecimento para contribuir ao máximo no amadurecimento do mercado de segurança no Brasil. Isso porque, nós da PROOF, como uma empresa atenta às inovações do mercado de cibersegurança, estamos sempre nos atualizando das principais tendências tecnológicas do mundo, além dos novos vetores de ataque por parte da indústria do cibercrime.

[/av_icon_box]

[av_one_fifth first min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]
[/av_one_fifth]

[av_three_fifth min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/THREAT-ANATOMY-REPORT.png’ attachment=’8902′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=” target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=’on-hover’ overlay_opacity=’0.7′ overlay_color=’#1f211f’ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’]
WANNACRY THREAT ANATOMY REPORT
[/av_image]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_button_big label=’BAIXE O THREAT ANATOMY REPORT’ description_pos=’below’ link=’manually,https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms/files/9568/1507148257WannaCry_Threat-Reportd.pdf’ link_target=” icon_select=’yes-left-icon’ icon_hover=’aviaTBicon_hover’ icon=’uf130′ font=’flaticon’ custom_font=’#e7e6e6′ color=’custom’ custom_bg=’#1f211f’ color_hover=’custom’ custom_bg_hover=’#fc9a1a’][/av_button_big]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]
[/av_three_fifth]

[av_one_fifth min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]
[/av_one_fifth]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_one_third first min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/ransomware-saber.png’ attachment=’7032′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/info-ransomware’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

INFOGRÁFICO RANSOMWARE

[/av_textblock]
[/av_one_third]

[av_one_third min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Buyers-Guide-MSSP_vCapa-01.png’ attachment=’7013′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/buyers-guide-mssp’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

BUYER’S GUIDE

[/av_textblock]
[/av_one_third]

[av_one_third min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Tudo-que-você-precisa-saber-sobre-ransomware-MAT-RICO.jpg’ attachment=’6450′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/ebook-ransomware’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

EBOOK RANSOMWARE

[/av_textblock]
[/av_one_third]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_social_share title=” style=” buttons=”]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_comments_list]

Qual a importância da conscientização de usuários para a Segurança da Informação?

[av_slideshow_full size=’no scaling’ min_height=’0px’ stretch=” animation=’slide’ autoplay=’false’ interval=’5′ control_layout=’av-control-default’ src=” attachment=” attachment_size=” position=’top left’ repeat=’no-repeat’ attach=’scroll’]
[av_slide_full slide_type=’image’ id=’8389′ video=’http://’ mobile_image=” video_format=” video_ratio=’16:9′ title=” custom_title_size=” custom_content_size=” caption_pos=’caption_bottom’ link_apply=” link=’lightbox’ link_target=” button_label=’Click me’ button_color=’light’ link1=’manually,http://’ link_target1=” button_label2=’Click me’ button_color2=’light’ link2=’manually,http://’ link_target2=” font_color=” custom_title=” custom_content=” overlay_opacity=’0.5′ overlay_color=” overlay_pattern=” overlay_custom_pattern=”][/av_slide_full]
[/av_slideshow_full]

[av_textblock size=’14’ font_color=” color=”]

Qual a importância da conscientização de usuários para a Segurança da Informação?

O universo da Segurança da Informação vem passando por um momento de mudanças graduais, constantes e significativas devido ao avanço tecnológico e ao crescimento do cibercrime.

Inicialmente, os problemas de Segurança da Informação se baseavam em vírus e pichações nas páginas da Internet. Atualmente, entretanto, a introdução de tecnologias como IoT, por exemplo, apesar de terem trazido mais velocidade e eficiência para os negócios, também ampliaram a superfície de ataque, aumentando, consequentemente, o êxito dos ataques cibernéticos.

Uma estimativa da Cybersecurity Ventures – consultoria internacional na área de Segurança da Informação – demonstra que os crimes cometidos por invasores virtuais causaram um prejuízo de US$ 5 bilhões para as empresas em 2016. E, além disso, a entidade prevê que esse custo subirá para US$ 6 trilhões até 2021.

Isso porque os cibercriminosos estão cada vez mais sofisticados. Ao invés de se exporem atacando diretamente as redes das organizações, em que sabem que existem muitos mecanismos de proteção e detecção implementados, atacam o elo mais fraco da cadeia, o usuário.

Segundo o Gartner Group, 70% dos incidentes de segurança que realmente causam prejuízos financeiros para as empresas, envolvem insiders. No caso da Yahoo!, que perdeu milhões de dólares em negociações devido à um vazamento de dados, tudo começou com um e-mail phishing, um dos golpes que usa táticas de engenharia social para atingir seus objetivos.

Atualmente, muitas empresas estão sendo invadidas por ataques simples e nada sofisticados. Os cibercriminosos tem utilizado técnicas de engenharia social, por exemplo, para persuadir as pessoas e conseguirem acesso às redes ou às informações. Ataques que poderiam ser totalmente evitados caso os usuários tivessem sido conscientizados.

A conscientização em Segurança da Informação é capaz de gerar mudança no comportamento de todos e por isso é vista como uma ferramenta com grande potencial para beneficiar as organizações.

Por que investir em Campanhas de Conscientização de Segurança da Informação?

A grande repercussão dos casos de ciberataque, seguidos de vazamentos de informação corporativa, tem despertado a atenção do público em geral para a questão da Segurança da Informação.

Esse ainda é um assunto novo para muitos e o investimento em conscientização e treinamento para todos os níveis da organização, é, ainda hoje, uma das melhores e mais efetivas práticas de gestão de Segurança da Informação.

Todos os guias de boas práticas de gestão de SI apontam para a necessidade de envolver os usuários no processo de segurança. E, por isso, assim como Firewall, Antispam e Antivírus, a conscientização em Segurança é parte essencial em qualquer processo de Segurança da Informação.

Funcionários conscientes do quão importante são os dados e informações, com os quais trabalham, e de seu papel na proteção desses ativos, redobram seus níveis de atenção e proteção.

Isso faz com que seja diminuído o sucesso dos ataques que poderiam vazar dados da empresa, dos colaboradores e até mesmo dos clientes, debilitando a imagem da empresa.

Portanto, os membros da organização ficarão mais atentos a ataques e dispostos a participar de treinamentos à medida que forem se conscientizando da importância do papel que desempenham dentro da empresa. Podendo, inclusive, propor novas medidas de segurança, deixando de ser apenas um usuário conscientizado, e passando a ser um usuário participativo.

O que para as empresas é extremamente valioso, levando em consideração que, hoje em dia, os funcionários são vistos pelos intrusos como potenciais alvos. E, por isso as empresas devem enxergar seus membros como soldados, e usá-los como uma extensão dos mecanismos de detecção e resposta.

De acordo com uma pesquisa sobre cibercrime elaborada pela PwC em 2014, companhias que não investiram em conscientização para a Segurança da Informação, tiveram um prejuízo anual de US$ 683 mil como resultado de ataques cibernéticos, enquanto as companhias que investiram em conscientização e treinamentos desse tipo perderam, em média US$ 162 mil.

Tendo em mente o atual cenário e as estatísticas apresentadas, fica claro que investir em campanhas de conscientização não só protegem a sua empresa, mas também qualificam o seu time, aumentando o engajamento dos colaboradores e agregam valor ao seu negócio.

Agora a questão é: por onde começar?

Criando conscientização voltada à área de Segurança da Informação

O primeiro passo é definir um objetivo. Não só identificar e entender as necessidades do seu negócio, mas também enxergar valor na ideia de conscientizar a sua equipe.

Em seguida, é importante que seja desenvolvida uma Política de Segurança da Informação. A PSI é a grande diretriz da organização em matéria de segurança da informação.

Contudo, somente a criação de uma Política de Segurança da Informação não garante a segurança da empresa. Os colaboradores devem cumprir com a política estabelecida e é aqui que as campanhas de conscientização entram como recurso, garantindo que toda a empresa seja treinada, educada e conscientizada de acordo com as políticas e procedimentos da organização.

E para isso, é imprescindível que os usuários aprendam algumas boas práticas de comportamento e uso da Internet, evitando que as ameaças afetem os negócios da empresa. Sendo assim, listaremos abaixo algumas práticas simples, mas que garantem mais segurança não só para o usuário, mas principalmente para a organização.

1. Bloquear o computador ao se ausentar do posto de trabalho a fim de que ninguém tenha acesso aos seus dados.

Imagine que você está trabalhando em uma proposta para um projeto de milhões de reais para sua empresa. Em um dado momento você sentiu sede e se levantou para pegar um copo d’água se afastando de seu computador.

Você estava distraído e não se preocupou em bloquear sua máquina. Nesse mesmo momento, alguém com más intenções poderá se aproveitar dessa brecha para colher informações, danificar seu projeto ou alterar dados, o que terá um impacto muito negativo no seu trabalho e consequentemente, na sua empresa.

Uma medida tão simples e que evita problemas tão grandes. Afinal, é melhor prevenir do que remediar, certo?

 2. Nunca disponibilizar logins e senhas, mesmo que para colegas de trabalho.

Se você fornece seus dados pessoais para alguém você precisa ter em mente que esta pessoa poderá utilizar esses dados para quaisquer ações.

Sendo assim, caso ele(a) utilize-os a fim de roubar informações, danificar sistemas ou cometer infrações, você não terá como provar que não foi o infrator.

Além disso, nem todos trabalham com acesso às mesmas informações, o que quer dizer que talvez você possua informações que são confidencias e que não devem ser compartilhadas com outros membros da empresa.

3. Ter atenção ao falar sobre a empresa, clientes ou negócios em táxis, elevadores e metros, por exemplo.

Pense que você está no elevador de sua empresa com um colega de trabalho conversando sobre a nova proposta de negócio que a empresa de vocês recebeu da empresa XPTO. Nesse momento, o elevador para e duas pessoas entram.

Vocês continuam conversando sobre a proposta, mencionando o nome da empresa XPTO, no que consiste o projeto, preços, etc.

O que você não poderia prever é que as duas pessoas que dividiam a cabine de elevador com você e seu colega, eram nada mais nada menos do que funcionários de uma empresa concorrente, que utilizaram as informações fornecidas ingenuamente por vocês para fazer uma contraproposta para a empresa XPTO e ganharam o projeto que seria da sua empresa, resultando em um grande prejuízo financeiro.

Portanto, é de extrema importância tomar cuidado ao falar publicamente sobre as informações confidenciais e importantes da sua empresa.

4. Utilizar as redes sociais com segurança, não disponibilizando informações sigilosas ou fazendo contato com desconhecidos.

Hoje em dia, cibercriminosos utilizam as redes sociais para coletarem informações relevantes, como ocupação, endereço, amigos e gostos, sobre seus alvos a fim de usá-las em ataques de engenharia social.

Ou mesmo para distribuir malware pelas máquinas! Sim, é possível. Você não ficou sabendo do caso de ataque de worm no Facebook Messenger que distribuiu o malware?

5. Verificar atentamente os e-mails.

Ataques de phishing são cada vez mais frequentes, e inclusive existe uma outra vertente desse golpe chamada de spear phishing que visa alvos específicos, em geral funcionários de empresas visadas pelos atacantes.

Sendo assim, é fundamental que ao receber um e-mail de um remetente desconhecido, você preste atenção ao conteúdo e aos comandos desse e-mail.

É importante ter em mente, que ainda que você esteja sendo pressionado a tomar uma atitude, é sempre melhor se certificar de que se trata de um email legítimo, evitando prejuízos financeiros e de reputação.

Inclusive, de acordo com o último relatório da Norton Cyber Security Insights de 2016, 42 milhões de brasileiros foram afetados por ciberataques, resultando em uma perda de US$ 10,3 bilhões.

E o mais alarmante é que 44% não sabiam identificar um phishing ou garantir se um e-mail era legítimo ou não.

6. Nunca fotografar o ambiente de trabalho, principalmente telas de computador e documentos.

Suponha que você fotografou alguns documentos e gráficos da empresa para poder trabalhar de casa.  Mas, acontece que você não sabia que seu telefone celular estava infectado com um malware, que permitia que um grupo de ciberatacantes tivesse acesso a todos os dados do seu celular.

Sendo assim, à medida que você disponibilizou informações sobre a empresa no seu dispositivo, os cibercriminosos tiveram acesso a esses dados, expondo sua empresa, ou seja, deixando-a vulnerável apenas por um comportamento negligente seu.

7. Reportar à equipe de Segurança de sua empresa qualquer problema ou desconfiança em relação às atitudes suspeitas na Internet.

A equipe de segurança da sua empresa precisa ser vista como sua aliada. Dessa forma, é extremamente importante relatar todo e qualquer tipo de problema ou suspeitas para esse time, a fim de que os especialistas fiquem cientes do que está acontecendo e possam analisar e reagir aos incidentes, diminuindo as chances de sucesso de possíveis ataques.

8. Seguir as políticas e práticas de segurança da empresa, a fim de que exista uma gestão funcional de segurança.

Aqui por exemplo, a fim de exemplificar esse ponto, citaremos um episódio que ocorreu em 2010. O jornalista americano Mat Honan, teve sua conta iCloud invadida, depois que um funcionário da Apple, passou seus dados para alguém que se dizia ser o titular de sua conta, descumprindo as políticas internas da organização.

Tendo esse cenário como base, torna-se evidente que investir em campanhas de conscientização de segurança é algo imprescindível. Hoje, na Era da Informação, os dados são vistos como o novo recurso natural, ou como a nova moeda de troca e, por isso, segurança precisa ser vista como um caminho que precisa ser seguido para que negócios sejam feitos.

Qual o papel das campanhas de conscientização na criação de uma cultura de segurança nas empresas?

De acordo com o consultor Michael Santarcangelo, conscientização para a segurança é “a percepção individual das consequências de uma ação, aliada à habilidade de avaliar sua intenção e impacto”

Ou seja, para ele o objetivo dos programas de conscientização é munir as pessoas com informações e experiências, a fim de que elas construam uma consciência própria e saibam como agir ao identificar um ataque.

Segundo o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos, “a razão da conscientização é focar a atenção na segurança. Deve ajudar os indivíduos a reconhecer as preocupações da área de Segurança da Informação e responder corretamente” e é exatamente por isso, que as campanhas de conscientização para Segurança da Informação devem atingir todos os membros da empresa, mirando todos os níveis da organização, incluindo gerentes e profissionais de nível sênior.

Criar consciência para a questão da segurança é uma maneira de garantir que os membros da organização entendam seu papel na proteção dos dados sensíveis, e que compreendam a importância do constante preparo necessário para enfrentar novos desafios, dado que a criação de consciência para segurança é um ciclo.

Conclusão

As entidades que são referência na área de Segurança da Informação, apontam a conscientização do usuário, como um dos passos iniciais para que uma cultura de segurança seja criada dentro do ambiente empresarial.

Isso porque, as campanhas visam não só educar e conscientizar o colaborador, mas procura informá-lo sobre as reais ameaças as quais ele está exposto, ensinando como identificar e reagir aos diferentes ataques online.

Estar consciente não significa saber tudo sobre todos as possíveis formas de ataque às quais você pode ser submetido, mas sim, entender o grau de importância das informações com as quais você está lidando e redobrar sua atenção e cuidado a fim de proteger os dados mais sensíveis e os ativos essenciais da sua empresa.

Garantindo que esses ataques não sejam capazes de desestabilizar sua organização ou abalar sua reputação perante o mercado de atuação.

Sendo assim, tendo políticas e práticas de segurança bem definidas, aparatos tecnológicos capazes de identificar e impedir ataques e uma equipe conscientizada, educada e engajada com as suas causas, dificilmente você sofrerá com prejuízos causados por ciberataques.

E aí, curtiu o conteúdo e quer saber mais sobre como tirar suas políticas do papel? Visite a página da nossa oferta, a PSAP – PROOF Security Awareness Program, e fale com de nossos especialistas 😉


[/av_textblock]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

Gostou do conteúdo? Que tal dar uma olhada no nosso blog? 😉

[/av_textblock]

[av_postslider link=’post_tag,203′ columns=’3′ items=’9′ offset=’0′ contents=’title’ preview_mode=’custom’ image_size=’entry_without_sidebar’ autoplay=’no’ interval=’5′]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_icon_box position=’top’ boxed=” icon=’ue8d2′ font=’entypo-fontello’ title=’PRODUÇÃO DE CONTEÚDO’ link=’manually,http://www.proof.com.br/material-rico/’ linktarget=” linkelement=’both’ font_color=” custom_title=” custom_content=” color=’custom’ custom_bg=’#1f211f’ custom_font=” custom_border=”]

PROOF está se posicionando no mercado como uma empresa referência em segurança e produção de conteúdo relevante. Nosso objetivo é disseminar e compartilhar conhecimento para contribuir ao máximo no amadurecimento do mercado de segurança no Brasil. Isso porque, nós da PROOF, como uma empresa atenta às inovações do mercado de cibersegurança, estamos sempre nos atualizando das principais tendências tecnológicas do mundo, além dos novos vetores de ataque por parte da indústria do cibercrime.

[/av_icon_box]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_one_third first min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/A5_-_7_dicas_contra_phishing_durante_o_período_de_IR.png’ attachment=’7049′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/ebook-phishing’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

PHISHING IR

[/av_textblock]
[/av_one_third]

[av_one_third min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/thumb_phishing-facts.png’ attachment=’7051′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/phishing-facts-infografico’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

PHISHING FACTS

[/av_textblock]
[/av_one_third]

[av_one_third min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/thumb_phishing-calendar.png’ attachment=’7050′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/phishing-calendar’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

PHISHING CALENDAR

[/av_textblock]
[/av_one_third]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_social_share title=” style=” buttons=”]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_comments_list]

O que é SPAM: tudo que você precisa saber

[av_slideshow_full size=’no scaling’ min_height=’0px’ stretch=” animation=’slide’ autoplay=’false’ interval=’5′ control_layout=’av-control-default’ src=” attachment=” attachment_size=” position=’top left’ repeat=’no-repeat’ attach=’scroll’]
[av_slide_full slide_type=’image’ id=’8379′ video=’http://’ mobile_image=” video_format=” video_ratio=’16:9′ title=” custom_title_size=” custom_content_size=” caption_pos=’caption_bottom’ link_apply=” link=’lightbox’ link_target=” button_label=’Click me’ button_color=’light’ link1=’manually,http://’ link_target1=” button_label2=’Click me’ button_color2=’light’ link2=’manually,http://’ link_target2=” font_color=” custom_title=” custom_content=” overlay_opacity=’0.5′ overlay_color=” overlay_pattern=” overlay_custom_pattern=”][/av_slide_full]

[/av_slideshow_full]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

O QUE É SPAM: TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER

Com o crescimento exponencial da Internet, principalmente a partir dos anos 2000, o meio digital absorveu diversas práticas — boas e más — e vários canais de comunicação direta entre empresas e consumidores.

Se antes recebíamos cartas de correntes para doações, malas diretas de produtos (de lojas que sequer conhecíamos) e insistentes ligações com um marketing cada vez mais distantes de nossos interesses, atualmente recebemos tudo isso — em volumes muito maiores — através de mensagens no celular, notificações nas telas do computador e, é claro, em nossas caixas de e-mail.

Estas mensagens, conhecidas como SPAM, prejudicam o funcionamento de sistemas, tomam tempo, produtividade e, como se não fosse suficiente, podem infectar máquinas e abrir portas para invasores e práticas ainda piores, através dos e-mails de phishing.

O QUE É SPAM E QUAL A ORIGEM DO TERMO

Em termos práticos, SPAM é toda mensagem enviada para vários destinatários, que o recebem sem desejar. Ou seja, você não pediu a informação e ela chega até você mesmo sem permissão prévia, ou qualquer manifestação de desejo ou interesse.

Não existe uma versão ou origem oficiais para o termo ou a prática. A mais usada, e aceita, é que o termo SPAM foi originalmente retirado de um produto — um presunto enlatado americano. E este seria uma abreviação de spiced ham (tradução: presunto apimentado), desta forma: SPiced hAM.

Sua associação com o envio de mensagens indesejadas vem de um quadro do grupo de humoristas inglês Monty Python. Na cena, uma senhora ao ler um cardápio de uma suposta lanchonete, percebe que os pratos são sempre com o presunto SPAM, e todo mundo fica insistindo que qualquer prato pedido tenha SPAM, mesmo ela falando claramente que não queria e nem gostava dele.

O primeiro registro da prática de SPAM pode ter sido em 1978, quando o funcionário de uma empresa de computadores, a DEC, achou que todos os usuários da Arpanet estariam interessados em receber informações sobre o lançamento da empresa — o DEC 20. Usando um sistema de disparo em massa, ele enviou a propaganda para todos. E claro, não foi bem recebido.

COMO O SPAM ACONTECE

A prática de SPAM por e-mail está associada ao disparo em massa, através de plataformas especializadas, e para listas de endereços sem permissão de envio — quase sempre não segmentadas.

Mas também pode ser relacionada à computadores infectados por códigos maliciosos — que se apropriam de seus endereços e disparam mensagens também infectadas para estas bases.

O que normalmente acontece são empresas querendo divulgar mensagens, em grande parte comerciais (propagandas), ao maior número possível de destinatários. Adquirem (compram) listas de e-mails — ato considerado ilegal — bases sem nenhuma parametrização e, claro, sem autorização prévia para este envio — e disparam a mesma mensagem para toda a lista.

E mesmo quando as listas são segmentadas, o fato de disparar em massa para endereços que não autorizaram este envio configura a prática de SPAM.

COMO FUNCIONA O FILTRO DE SPAM PELO SERVIÇO DE E-MAIL

Alguns sistemas de e-mail, como os grandes provedores gratuitos destes serviços — Gmail do Google, Outlook da Microsoft e Yahoo! Mail — possuem filtros anti-spam que atuam diretamente na comunicação entre servidores. Ou seja, eles avaliam quem está enviando, antes mesmo de saber o conteúdo daquela mensagem.

Para que os e-mails sejam disparados em massa, são necessárias aplicações específicas para isso. Essas aplicações precisam cumprir protocolos, para que as mensagens cheguem aos seus destinos através da Internet. O protocolo de envio de e-mails é chamado SMTP (Simple Mail Transfer Protocol).

Ele atua como ponte entre o usuário e o servidor que contém o endereço de destino da mensagem. O problema é que ele não consegue autenticar todos os usuários de envio e, assim, identificá-los para certificar de que são os endereços reais de remetente das mensagens. Assim, os spammers se aproveitam disso para falsificar os endereços de envio.

A prática de SPAM forçou, ao longo do tempo, que fossem criadas outras formas de avaliar a credibilidade do remetente, sem ter que alterar o SMTP constantemente.

Frequentemente surgem novos protocolos para combater o spamming, e um dos principais hoje é o SPF (Server Policy Framework). Ele evita que um determinado endereço, com um domínio, envie e-mails através de outro domínio (ou seja, se eu quiser enviar e-mails como fulano@meudomínio.com, meu sistema de disparo tem que estar em meudominio.com, ou seja, no meu servidor).

Cada servidor possui um número que o localiza na grande rede — um IP (internet protocol) — e tais IPs podem ser relacionados em listas de boas ou más práticas no envio de e-mails. As listas dos IPs ruins — também chamadas de Black Lists — permitem que os grandes provedores de serviços recusem mensagens originadas por eles — os servidores referentes aqueles IPs — os reconhecendo-os por seus domínios (que vem após o “@” nos endereços de e-mail).

Esse reconhecimento de domínios só é possível graças a um sistema de nomeação de IPs/servidores chamado DNS (domain name system). Portanto, mensagens originadas por determinados domínios podem ser recusadas, por serem enviadas por servidores que praticam ou praticaram SPAM.

É importante ressaltar que esta identificação é feita pelos próprios usuários. Ao clicar nos botões “marcar como SPAM” (ou similares) dos serviços de e-mail, o servidor rastreia o caminho de entrega daquela mensagem e identifica o IP/domínio, considerando-o como tal.

Outras práticas relacionadas ao formato do e-mail e ao seu conteúdo contribuem para esta classificação, que é um sistema de pontuação. Ao atingir determinado nível, o servidor será considerado como spammer e será incluído na respectiva lista.

Isso faz com que todas as mensagens enviadas por ele sejam consideradas SPAM, podendo adquirir comportamentos diferentes em cada serviço (cai na caixa de SPAM, lixo eletrônico, ou outras).

Mas isso não é suficiente para bloquear os spammers.

Máquinas infectadas, principalmente por bots (programas que exploram vulnerabilidades daquele computador e a utilizam para propagar as infecções, sem revelar a identidade do invasor) conseguem burlar as normas e manter o anonimato dos emissores e, consequentemente, os bloqueios dedicados aos servidores

. Isso mantém o SPAM como uma praga constante, cabendo aos usuários medidas para reduzir estas mensagens e as infecções que as mantêm vivas e em crescimento.

Então, o que pode ser feito a respeito de tudo isso?

O QUE FAZER PARA REDUZIR OS E-MAILS DE SPAM

Dentro do atual cenário ele dificilmente será extinto.

Empresas de segurança cibernética e grandes provedores de serviços, investem cifras cada vez maiores para tentar controlar e criar formas de combate a este tipo de ameaça. Mas as características virais deste tipo de prática, dentre outros fatores, tornam cada dia menos possíveis sua eliminação ou mesmo diminuição.

Um dos principais motivos está no comportamento dos usuários de e-mail. Grande parte das invasões acontece com a ajuda do próprio dono do computador (ou de uma pessoa que o utiliza).

Isso porque a invasão ocorre após uma ou várias ações do usuário, executando arquivos que contém códigos maliciosos, baixados através de links enviados por spam. É um ciclo que se retroalimenta.

Agora que sabemos como isso acontece, vamos a algumas boas práticas que podem reduzir o volume deste tipo de e-mails e proteger contra as ameaças que elas podem carregar:

1. VEJA O ENDEREÇO DE E-MAIL DO REMETENTE

Uma das táticas de phishing favoritas entre cibercriminosos é falsificar o nome do remetente. Isso é um problema porque muitas caixas de entrada mostram apenas o nome do remetente, no campo “De:”, e em um primeiro olhar não suspeitamos de nada. Verifique o endereço real do remetente e se parecer suspeito, não abra!

2. PRESTE ATENÇÃO NOS LINKS!

Passe o mouse sobre todos os links no corpo do e-mail. Se o endereço do link parecer suspeito, não clique nele. Se você quiser testar o link, abra uma nova janela e digite o endereço do site. Links suspeitos são um forte indício de um ciberataque.

3. NÃO ACREDITE EM TUDO QUE VOCÊ VÊ

Ainda que um e-mail tenha uma logo convincente, linguagem e um endereço de e-mail aparentemente válido, não significa que é legítimo. Seja bem crítico quando se trata dos seus e-mails. Se ele parecer suspeito, não abra!

4. CLASSIFIQUE MENSAGENS INDESEJADAS COMO SPAM

Se você utiliza serviços de e-mail de grandes provedores, como Gmail, Outlook e Yahoo!, sempre classifique mensagens que considera como indesejadas ou impróprias como “SPAM”.

CONCLUINDO

Apesar de ainda estar longe a extinção desta prática tão nociva, a redução ou controle pode estar nas mãos dos usuários, isso porque em geral, as invasões são facilitadas pelo próprio dono do computador.

Alguns usuários, entretanto, fazem seu dever de casa. Limpam, diariamente, suas caixas de entrada, e perdem horas configurando regras na tentativa de impedir esse tipo de ameaça. Mas mesmo assim, as vezes são driblados por novas formas de burlar os sistemas.

Isso acontece porque a partir do momento em que um usuário “cai” em um e-mail SPAM, ele pode involuntariamente afetar outros usuários que, por ventura, estejam na sua lista de contatos, configurando um ciclo que se retroalimenta.

As grandes corporações da Internet continuam investindo em formas eficientes para combatendo a rapidez com que novas práticas erradas surgem para atrapalhar e afetar o dia a dia de milhares de pessoas.

Por isso, mais do que só instalar um antivírus e seguir as boas práticas de uso, é necessário que todos os usuários façam sua parte.
[/av_textblock]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

Gostou do conteúdo? Que tal dar uma olhada no nosso blog? 😉

[/av_textblock]

[av_postslider link=’post_tag,203′ columns=’3′ items=’9′ offset=’0′ contents=’title’ preview_mode=’custom’ image_size=’entry_without_sidebar’ autoplay=’no’ interval=’5′]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_icon_box position=’top’ boxed=” icon=’ue8d2′ font=’entypo-fontello’ title=’PRODUÇÃO DE CONTEÚDO’ link=’manually,http://www.proof.com.br/material-rico/’ linktarget=” linkelement=’both’ font_color=” custom_title=” custom_content=” color=’custom’ custom_bg=’#1f211f’ custom_font=” custom_border=”]

PROOF está se posicionando no mercado como uma empresa referência em segurança e produção de conteúdo relevante. Nosso objetivo é disseminar e compartilhar conhecimento para contribuir ao máximo no amadurecimento do mercado de segurança no Brasil. Isso porque, nós da PROOF, como uma empresa atenta às inovações do mercado de cibersegurança, estamos sempre nos atualizando das principais tendências tecnológicas do mundo, além dos novos vetores de ataque por parte da indústria do cibercrime.

[/av_icon_box]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_one_third first min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/thumb_phishing-calendar.png’ attachment=’7050′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/phishing-calendar’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

PHISHING CALENDAR

[/av_textblock]
[/av_one_third]

[av_one_third min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/A5_-_7_dicas_contra_phishing_durante_o_período_de_IR.png’ attachment=’7049′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/ebook-phishing’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

PHISHING IR

[/av_textblock]
[/av_one_third]

[av_one_third min_height=” vertical_alignment=” space=” custom_margin=” margin=’0px’ padding=’0px’ border=” border_color=” radius=’0px’ background_color=” src=” background_position=’top left’ background_repeat=’no-repeat’ animation=” mobile_display=”]
[av_image src=’http://www.proof.com.br/wp-content/uploads/2015/06/thumb_phishing-facts.png’ attachment=’7051′ attachment_size=’full’ align=’center’ styling=” hover=” link=’manually,http://insights.proof.com.br/phishing-facts-infografico’ target=’_blank’ caption=” font_size=” appearance=” overlay_opacity=’0.4′ overlay_color=’#000000′ overlay_text_color=’#ffffff’ animation=’no-animation’][/av_image]

[av_textblock size=” font_color=” color=”]

PHISHING FACTS

[/av_textblock]
[/av_one_third]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_social_share title=” style=” buttons=”]

[av_hr class=’invisible’ height=’50’ shadow=’no-shadow’ position=’center’ custom_border=’av-border-thin’ custom_width=’50px’ custom_border_color=” custom_margin_top=’30px’ custom_margin_bottom=’30px’ icon_select=’yes’ custom_icon_color=” icon=’ue808′ font=’entypo-fontello’]

[av_comments_list]