Tendências em analytics para 2016

O mercado de big data deve chegar a US$ 48,6 bilhões em 2019 segundo projeções do IDC. O mercado de softwares de business analyitcs e soluções de business intelligence, que inclui a ciência de dados e a computação cognitiva, tende a crescer cinco vezes mais.

Confira tendências em analytics e dados para 2016:

Monetização de dados deve decolar

Em 2016 um número maior de empresas tentará tirar valor e receita de suas informações por meio da comercialização de seus próprios dados. De acordo com o Forrester, em 2014 apenas 10% das empresas colocaram seus dados no mercado; em 2015, os esforços de comercialização de dados subiram para 30%, um aumento de 200%.

A maioria das empresas já está no negócio de dados de alguma maneira. Segundo o IDC, em 2020 mais empresas serão capazes de analisar todos os dados relevantes para obter insights úteis, criando uma vantagem de cerca de US$ 430 bilhões em produtividade em relação aos concorrentes menos habilitados em analytics. Ainda segundo o instituto, a quantidade de dados analisada deverá dobrar nesse período.

Analyitcs será usado em praticamente tudo

Segundo projeções do International Institute for Analytics (IIA), a computação deve se tornar uma espécie de microsserviço capaz de se inserir em tudo, especialmente analytics, por meio de alguma API. Segundo o IDC, em 2020, cerca de 50% de todos os softwares de business analytics vão incluir análises prescritivas construídas com base em funcionalidades da computação cognitiva e serviços cognitivos serão integrados a novos aplicativos.

Escassez de profissionais deve continuar

A automatização da preparação dos dados deve ajudar a lidar com o número limitado de analistas e cientistas de dados. De acordo com o IDC, a escassez de profissionais capacitados deve continuar e se estender a cientistas de dados, arquitetos e experts em gestão de dados. Como resultado, o mercado de serviços de big data deve se expandir rapidamente.

Em 2016, o Forrester prevê que as empresas devem se transformar em fornecedoras de insights e ciência de dados “as a Service” e oferecer opções como o mercado de algoritmos e ferramentas de analytics avançadas acessíveis ao usuário.

A PROOF, em parceria com a Splunk, já oferece ao mercado o serviço de Analytics as a Service, combinando as funcionalidades da computação sob demanda da nuvem com a democratização da informação trazida pelo Big Data. O Analytics as a Service elimina tarefas manuais de TI responsáveis por inibir o acesso a novas tecnologias e permitem, ao mesmo tempo, que as empresas façam análises e tenham acesso centralizado às informações em tempo real.

Com Forbes

Conheça sete mudanças radicais que estão chegando em TI

Recentemente, durante um evento, o vice-presidente do Gartner, Daryl Plummer, pintou um cenário cheio de robôs, máquinas inteligentes e novos hábitos mobile para os próximos cinco anos. Confira as tendências de TI para que os CIOs e profissionais da área precisam estar preparados.

Internet das Coisas vai dar trabalho

Em 2018, cerca de 6 bilhões de “coisas” conectadas vão exigir suporte. Esses dispositivos desempenham tarefas cada vez mais complicadas e CIOs e times de TI terão de tratá-los como seus clientes. Uma indústria focada em atender “coisas” deve surgir.

Softwares autônomos fora do controle humano

Em 2020, softwares autônomos vão participar de 5% de todas as transações econômicas. As máquinas inteligentes tomarão decisões tão rapidamente que não seremos capazes de acompanhar e checar o que é decidido, apenas aceitar, esperar que estejam fazendo um bom trabalho e responder caso algo dê errado.

Chefes robôs

Em 2018, mais de 3 milhões de profissionais terão chefes robôs. Ordens automatizadas e controle de tráfego logo serão uma realidade em transportes. Outra possibilidade é o uso de inteligência artificial (IA) para entender emoções e gerenciar humanos.

Vandalismo digital

Sistemas conectados oferecem mais oportunidades de ataque. No fim de 2018, 20% dos prédios inteligentes vão sofrer vandalismo digital. Logo empresas terão de pensar em como proteger a infraestrutura de TI dos perigos que podem chegar por um apontador de lápis inteligente, por exemplo.

Empresas terão menos empregados e mais máquinas inteligentes

Em 2018, metade das empresas que mais crescem terá menos empregados e mais máquinas inteligentes. Isso não significa que haverá demissões, mas que o número de máquinas dando suporte aos funcionários vai aumentar.

Reconhecimento de face e voz

No fim de 2018, assistentes digitais vão reconhecer pessoas por rosto ou voz em diversos canais. Atualmente, o Windows 10 já permite usar o rosto como senha, por que não poderíamos aplicar essa mesma tecnologia a outros dispositivos, desde computadores pessoais até máquinas de uso corporativo?

Falhas de segurança na nuvem

Em 2020, 95% das falhas de segurança na nuvem serão causadas pelo cliente. Por mais que seja segura, as pessoas ainda são o elo fraco na infraestrutura de segurança. Por isso, soluções para proteger o Active Directory e a nuvem, bem como políticas de segurança claras, continuarão sendo essenciais, independente da proteção oferecida pelo provedor da nuvem.

Os principais riscos, como vazamento de dados, perda de dados, compartilhamento indevido de senhas ou até a falta de recursos de segurança para gerir informações na nuvem, já existem e as empresas podem recorrer a várias soluções efetivas para segurança na nuvem para manter seus ativos protegidos.

O Cloud Security da PROOF oferece às empresas estratégias que asseguram a segurança dos dados contra os principais riscos da nuvem e pode ser integrado a outros serviços de segurança da informação do PROOF, como o MSS PROOF e o B-SOC.

Com Information Week